Filhos do 'Gaúcho da Copa' mantêm legado do pai - Imagens:Villela Film A tradição de ter um torcedor com chapéu, cuia e uma réplica da taça representando o Brasil nas Copas do Mundo vai continuar em 2026. Frank Damasceno, filho de Clóvis Fernandes, o eterno "Gaúcho da Copa", se prepara para a décima jornada da família em um Mundial — desta vez nos Estados Unidos. A viagem, no entanto, terá um peso emocional diferente. Será a primeira vez que Frank irá a uma Copa sem a presença física do pai, que morreu em 2015, e também sem a companhia do irmão, Gustavo Fernandes. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp "O Gu esteve comigo justamente nas duas Copas em que o pai já não estava mais presente. A decisão dele foi muito bonita. Ele viveu um dilema entre embarcar ou permanecer aqui para acompanhar o nascimento da filha. Ele escolheu ficar. Acho que o pai teria muito orgulho disso", conta Frank. Este ano, Frank vai assumir a missão de levar ao país-sede os símbolos que se tornaram mundialmente conhecidos. "Cabe a mim seguir levando o chapéu e a taça. Dois símbolos que carregam décadas de estrada, amizade e amor pela Seleção Brasileira", afirma. A paixão por acompanhar a Seleção de perto foi herdada do pai. Frank lembra que cresceu nesse universo de estádios e viagens, e que o mais marcante era ver como Clóvis se conectava com pessoas de diferentes culturas. "Aquilo nunca foi sobre fama. Era sobre paixão verdadeira, sobre representar o torcedor brasileiro raiz", explica. Para a jornada de 2026, a preparação envolve uma grande logística, principalmente para o Brazucamóvel, carro que acompanha a família há décadas e já rodou mais de 250 mil quilômetros. Para ajudar a custear a viagem, os irmãos lançaram uma campanha virtual. "É uma maneira afetiva que encontramos de envolver as pessoas. Porque no fundo o Brazucamóvel nunca rodou sozinho. Sempre teve muita gente empurrando esse sonho junto com a gente", finaliza Frank. Frank e Gustavo, filhos do Gaúcho da Copa, mantêm legado do pai Gaúchos na Copa/Arquivo Pessoal Quem foi o 'Gaúcho da Copa' Clóvis Acosta Fernandes, o "Gaúcho da Copa", se tornou um torcedor-símbolo do Brasil ao acompanhar a Seleção em sete Copas do Mundo, começando pela da Itália, em 1990. Gremista fanático, ele percorreu mais de 60 países e assistiu a mais de 150 jogos da equipe. Clóvis Acosta Fernandes, o "Gaúcho da Copa", se tornou torcedor-símbolo do Brasil Gaúchos na Copa/Arquivo Pessoal A imagem dele chorando abraçado à réplica da taça na derrota por 7 a 1 para a Alemanha, na Copa de 2014, rodou o mundo e se tornou um dos retratos mais marcantes daquele Mundial. Clóvis morreu aos 60 anos, em Porto Alegre, vítima de um câncer contra o qual lutava desde 2004. Ele deixou a esposa, quatro filhos e três netos. Filhos do 'Gaúcho da Copa' mantêm legado do pai Clóvis Acosta Fernandes, o "Gaúcho da Copa", e os filhos Frank e Gustavo Arquivo pessoal
Lembra do 'Gaúcho da Copa'? Filho de torcedor-símbolo da Seleção vai ao 10º Mundial da família para manter legado do pai: 'É mais do que futebol'
Guia Modelo Escrito em 24/05/2026
Filhos do 'Gaúcho da Copa' mantêm legado do pai - Imagens:Villela Film A tradição de ter um torcedor com chapéu, cuia e uma réplica da taça representando o Brasil nas Copas do Mundo vai continuar em 2026. Frank Damasceno, filho de Clóvis Fernandes, o eterno "Gaúcho da Copa", se prepara para a décima jornada da família em um Mundial — desta vez nos Estados Unidos. A viagem, no entanto, terá um peso emocional diferente. Será a primeira vez que Frank irá a uma Copa sem a presença física do pai, que morreu em 2015, e também sem a companhia do irmão, Gustavo Fernandes. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp "O Gu esteve comigo justamente nas duas Copas em que o pai já não estava mais presente. A decisão dele foi muito bonita. Ele viveu um dilema entre embarcar ou permanecer aqui para acompanhar o nascimento da filha. Ele escolheu ficar. Acho que o pai teria muito orgulho disso", conta Frank. Este ano, Frank vai assumir a missão de levar ao país-sede os símbolos que se tornaram mundialmente conhecidos. "Cabe a mim seguir levando o chapéu e a taça. Dois símbolos que carregam décadas de estrada, amizade e amor pela Seleção Brasileira", afirma. A paixão por acompanhar a Seleção de perto foi herdada do pai. Frank lembra que cresceu nesse universo de estádios e viagens, e que o mais marcante era ver como Clóvis se conectava com pessoas de diferentes culturas. "Aquilo nunca foi sobre fama. Era sobre paixão verdadeira, sobre representar o torcedor brasileiro raiz", explica. Para a jornada de 2026, a preparação envolve uma grande logística, principalmente para o Brazucamóvel, carro que acompanha a família há décadas e já rodou mais de 250 mil quilômetros. Para ajudar a custear a viagem, os irmãos lançaram uma campanha virtual. "É uma maneira afetiva que encontramos de envolver as pessoas. Porque no fundo o Brazucamóvel nunca rodou sozinho. Sempre teve muita gente empurrando esse sonho junto com a gente", finaliza Frank. Frank e Gustavo, filhos do Gaúcho da Copa, mantêm legado do pai Gaúchos na Copa/Arquivo Pessoal Quem foi o 'Gaúcho da Copa' Clóvis Acosta Fernandes, o "Gaúcho da Copa", se tornou um torcedor-símbolo do Brasil ao acompanhar a Seleção em sete Copas do Mundo, começando pela da Itália, em 1990. Gremista fanático, ele percorreu mais de 60 países e assistiu a mais de 150 jogos da equipe. Clóvis Acosta Fernandes, o "Gaúcho da Copa", se tornou torcedor-símbolo do Brasil Gaúchos na Copa/Arquivo Pessoal A imagem dele chorando abraçado à réplica da taça na derrota por 7 a 1 para a Alemanha, na Copa de 2014, rodou o mundo e se tornou um dos retratos mais marcantes daquele Mundial. Clóvis morreu aos 60 anos, em Porto Alegre, vítima de um câncer contra o qual lutava desde 2004. Ele deixou a esposa, quatro filhos e três netos. Filhos do 'Gaúcho da Copa' mantêm legado do pai Clóvis Acosta Fernandes, o "Gaúcho da Copa", e os filhos Frank e Gustavo Arquivo pessoal