Márcio Canella e Marcus Amim são presos pela PF A Justiça Federal manteve, nesta sexta-feira (16), a prisão do delegado Marcus Amim, ex-secretário estadual de Polícia Civil, após audiência de custódia. Até a última atualização desta reportagem, não havia informação sobre o resultado da sessão que avaliaria a prisão do deputado estadual eleito Márcio Canella (União Brasil). Canella e Amim foram presos na quinta-feira (15) durante a 8ª fase da Operação Unha e Carne, da Polícia Federal (PF). As prisões preventivas foram determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A operação é um desdobramento da 6ª etapa da Unha e Carne, realizada em julho, quando Canella e Amim já haviam sido alvos de buscas. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 RJ no WhatsApp Marcus Amim Divulgação Relembre a Unha e Carne 8 A investigação mira uma organização criminosa armada que, segundo a PF, usava uma rede de 96 postos de combustíveis na Região Metropolitana do Rio como plataforma para lavagem de dinheiro e contava com a participação de agentes públicos e articulação político-institucional. De acordo com um relatório de inteligência financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), o grupo investigado movimentou R$ 7,6 bilhões em 6 anos. Além de Canella e Amim, foram presos os inspetores da Polícia Civil Christiano Gaspar Fernandes, Giovanni Gaspar Fernandes, José Carlos Alves de Souza Júnior e Pablo Jukiá Felix Ferreira, conhecido como Pablo Russo. Moraes também determinou o sequestro de bens e valores e a suspensão da atividade econômica de 112 empresas investigadas, a maioria postos de combustíveis. Segundo a PF, os investigados poderão responder, de acordo com a participação atribuída a cada um, por crimes como organização criminosa armada, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, violação de sigilo funcional, venda ilegal de combustíveis e formação de cartel. LEIA MAIS: Conheça todos os 12 alvos Entenda as acusações Futuro político de Canella depende do TSE Policial tinha dinheiro na adega Canella era “articulador político”, diz PF Esquema negociou retirar barricadas Casas de luxo são alvo de buscas Agentes davam calote e ameaçavam
Justiça mantém prisão de Marcus Amim após audiência de custódia
Guia Modelo Escrito em 16/10/2026
Márcio Canella e Marcus Amim são presos pela PF A Justiça Federal manteve, nesta sexta-feira (16), a prisão do delegado Marcus Amim, ex-secretário estadual de Polícia Civil, após audiência de custódia. Até a última atualização desta reportagem, não havia informação sobre o resultado da sessão que avaliaria a prisão do deputado estadual eleito Márcio Canella (União Brasil). Canella e Amim foram presos na quinta-feira (15) durante a 8ª fase da Operação Unha e Carne, da Polícia Federal (PF). As prisões preventivas foram determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A operação é um desdobramento da 6ª etapa da Unha e Carne, realizada em julho, quando Canella e Amim já haviam sido alvos de buscas. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 RJ no WhatsApp Marcus Amim Divulgação Relembre a Unha e Carne 8 A investigação mira uma organização criminosa armada que, segundo a PF, usava uma rede de 96 postos de combustíveis na Região Metropolitana do Rio como plataforma para lavagem de dinheiro e contava com a participação de agentes públicos e articulação político-institucional. De acordo com um relatório de inteligência financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), o grupo investigado movimentou R$ 7,6 bilhões em 6 anos. Além de Canella e Amim, foram presos os inspetores da Polícia Civil Christiano Gaspar Fernandes, Giovanni Gaspar Fernandes, José Carlos Alves de Souza Júnior e Pablo Jukiá Felix Ferreira, conhecido como Pablo Russo. Moraes também determinou o sequestro de bens e valores e a suspensão da atividade econômica de 112 empresas investigadas, a maioria postos de combustíveis. Segundo a PF, os investigados poderão responder, de acordo com a participação atribuída a cada um, por crimes como organização criminosa armada, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, violação de sigilo funcional, venda ilegal de combustíveis e formação de cartel. LEIA MAIS: Conheça todos os 12 alvos Entenda as acusações Futuro político de Canella depende do TSE Policial tinha dinheiro na adega Canella era “articulador político”, diz PF Esquema negociou retirar barricadas Casas de luxo são alvo de buscas Agentes davam calote e ameaçavam