Bebês siameses que nasceram unidos pelo abdômen morrem em Goiás Gleibson Gomes, pai dos siameses unidos pelo abdômen que nasceram em Goiânia, publicou um desabafo e uma homenagem aos meninos nas redes sociais após a morte dos filhos, Bernardo e Eduardo. Na publicação, ele fala sobre os dias de luta vividos pela família e o sonho de retornar para Palmas, no Tocantins, com os filhos nos braços. "Sonhávamos em retornar para casa com vocês ao nosso lado, pois enfrentar essa caminhada com a presença de vocês teria sido mais fácil. Hoje, temos um grande desafio pela frente: recomeçar", escreveu. Bernardo e Eduardo nasceram em maio, no Hospital Estadual da Mulher (Hemu), em Goiânia. Neste domingo (7), o médico Zacharias Calil anunciou a morte dos meninos, que precisaram passar por uma separação depois que um deles teve uma parada cardíaca. A cirurgia foi realizada, mas nenhum dos bebês sobreviveu. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Pai posta homenagem após morte de siameses que nasceram em Goiás Reprodução/Instagram de Aline Silva O texto escrito por Gleibson foi publicado também nas redes sociais da mãe dos bebês, Aline Silva. Agora, o pai diz que o desafio da família é recomeçar após a perda, pois a força que os movia, se esvaziou. "Mas seguiremos em frente, porque nossos corações e pensamentos estarão sempre com vocês. Foram, são e sempre serão nossos príncipes. Chegaram juntos a esta vida e partiram juntos", completou. Ao fim da publicação, Gleibson agradeceu a todos pelo apoio emocional, financeiro e espiritual que a família recebeu durante essa jornada. Neste domingo (7), ele informou que Bernardo e Eduardo seriam sepultados em Goiânia, pois Aline não estava bem para viajar. O velório e o enterro estavam previstos para acontecer às 12h e às 14h, respectivamente, no Cemitério Vale da Paz. LEIA TAMBÉM: NASCIMENTO: Bebês siameses unidos pelo abdômen nascem em Goiânia COMPLEXO: Caso de bebês siameses que nasceram unidos pelo abdômen e dividem o fígado é complexo, diz médico MORTE: Bebês siameses que nasceram unidos pelo abdômen morrem em Goiânia Fígado compartilhado Bernardo e Eduardo nasceram no dia 28 de maio, em uma cesárea complexa. Em entrevista à TV Anhanguera, Zacharias Calil disse que os meninos seriam separados em até 30 dias, se o quadro deles fosse estabilizado. Os bebês eram ligados pelo abdômen e compartilhavam o fígado e parte do intestino grosso. "É considerado um caso complexo. São duas crianças que nascem unidas, uma prevalência de 1 para 150 mil, e compartilham um órgão vital, que é o fígado. Ainda mais na idade deles, gera uma complexidade muito grande", ressaltou o médico. Bebês siameses unidos pelo abdômen nascem em Goiânia Reprodução/TV Anhanguera Separação Calil explicou que, no sábado (6), Bernardo apresentou um quadro infeccioso grave, chamado de enterocolite necrotizante intestinal, e teve uma parada cardíaca irreversível. Eduardo continuava com sinais vitais preservados, então a equipe médica decidiu fazer a separação. "Não tivemos outra opção a não ser ir para uma cirurgia de emergência, no Hecad (Hospital Estadual da Criança e do Adolescente). Conseguimos fazer a separação, mas o Eduardo não resistiu" , disse Calil. Segundo ele, foram realizadas diversas tentativas de reanimação e foram mais de 50 minutos na sala de cirurgia. O médico diz que a cirurgia de separação estava prevista para acontecer na próxima semana, mas o quadro exigiu urgência na realização do procedimento. Bebês siameses quando estavam internados em hospital de Goiânia, Goiás Reprodução/Zacharias Calil 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Pai de siameses unidos pelo abdômen que morreram em Goiânia desabafa: ‘Sonhava em voltar para casa com vocês’
Guia Modelo Escrito em 08/06/2026
Bebês siameses que nasceram unidos pelo abdômen morrem em Goiás Gleibson Gomes, pai dos siameses unidos pelo abdômen que nasceram em Goiânia, publicou um desabafo e uma homenagem aos meninos nas redes sociais após a morte dos filhos, Bernardo e Eduardo. Na publicação, ele fala sobre os dias de luta vividos pela família e o sonho de retornar para Palmas, no Tocantins, com os filhos nos braços. "Sonhávamos em retornar para casa com vocês ao nosso lado, pois enfrentar essa caminhada com a presença de vocês teria sido mais fácil. Hoje, temos um grande desafio pela frente: recomeçar", escreveu. Bernardo e Eduardo nasceram em maio, no Hospital Estadual da Mulher (Hemu), em Goiânia. Neste domingo (7), o médico Zacharias Calil anunciou a morte dos meninos, que precisaram passar por uma separação depois que um deles teve uma parada cardíaca. A cirurgia foi realizada, mas nenhum dos bebês sobreviveu. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Pai posta homenagem após morte de siameses que nasceram em Goiás Reprodução/Instagram de Aline Silva O texto escrito por Gleibson foi publicado também nas redes sociais da mãe dos bebês, Aline Silva. Agora, o pai diz que o desafio da família é recomeçar após a perda, pois a força que os movia, se esvaziou. "Mas seguiremos em frente, porque nossos corações e pensamentos estarão sempre com vocês. Foram, são e sempre serão nossos príncipes. Chegaram juntos a esta vida e partiram juntos", completou. Ao fim da publicação, Gleibson agradeceu a todos pelo apoio emocional, financeiro e espiritual que a família recebeu durante essa jornada. Neste domingo (7), ele informou que Bernardo e Eduardo seriam sepultados em Goiânia, pois Aline não estava bem para viajar. O velório e o enterro estavam previstos para acontecer às 12h e às 14h, respectivamente, no Cemitério Vale da Paz. LEIA TAMBÉM: NASCIMENTO: Bebês siameses unidos pelo abdômen nascem em Goiânia COMPLEXO: Caso de bebês siameses que nasceram unidos pelo abdômen e dividem o fígado é complexo, diz médico MORTE: Bebês siameses que nasceram unidos pelo abdômen morrem em Goiânia Fígado compartilhado Bernardo e Eduardo nasceram no dia 28 de maio, em uma cesárea complexa. Em entrevista à TV Anhanguera, Zacharias Calil disse que os meninos seriam separados em até 30 dias, se o quadro deles fosse estabilizado. Os bebês eram ligados pelo abdômen e compartilhavam o fígado e parte do intestino grosso. "É considerado um caso complexo. São duas crianças que nascem unidas, uma prevalência de 1 para 150 mil, e compartilham um órgão vital, que é o fígado. Ainda mais na idade deles, gera uma complexidade muito grande", ressaltou o médico. Bebês siameses unidos pelo abdômen nascem em Goiânia Reprodução/TV Anhanguera Separação Calil explicou que, no sábado (6), Bernardo apresentou um quadro infeccioso grave, chamado de enterocolite necrotizante intestinal, e teve uma parada cardíaca irreversível. Eduardo continuava com sinais vitais preservados, então a equipe médica decidiu fazer a separação. "Não tivemos outra opção a não ser ir para uma cirurgia de emergência, no Hecad (Hospital Estadual da Criança e do Adolescente). Conseguimos fazer a separação, mas o Eduardo não resistiu" , disse Calil. Segundo ele, foram realizadas diversas tentativas de reanimação e foram mais de 50 minutos na sala de cirurgia. O médico diz que a cirurgia de separação estava prevista para acontecer na próxima semana, mas o quadro exigiu urgência na realização do procedimento. Bebês siameses quando estavam internados em hospital de Goiânia, Goiás Reprodução/Zacharias Calil 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás