Uberlândia passa a integrar rede internacional de cidades Lixo Zero Uberlândia agora faz parte da Rede Internacional Cidades Lixo Zero, iniciativa que reúne municípios para compartilhar experiências e aprimorar a gestão de resíduos sólidos. A cidade é a primeira de Minas Gerais, segunda do Brasil - a primeira é Florianópolis (SC) - e sexta da América do Sul a integrar a rede. A adesão abre caminho para que o município conheça soluções adotadas em outras cidades, capacite servidores e aperfeiçoe políticas públicas de coleta seletiva, reciclagem e compostagem. Porém, a entrada na rede, por si só, não garante mudanças na quantidade de lixo produzida ou descartada: o desafio é transformar o conhecimento adquirido em ações que funcionem no dia a dia da cidade. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Segundo o diretor-geral do Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae), Rodrigo Lacerda, a participação representa uma oportunidade de fortalecer as políticas públicas de gestão de resíduos e ampliar a troca de experiências com outras cidades. A carta de intenção para entrar na rede foi assinada em 25 de agosto, e a aprovação foi comunicada em 28 de setembro. A iniciativa é coordenada pelo Centro Regional da Convenção de Basileia para a Ásia e o Pacífico. O que significa ser uma cidade Lixo Zero? O conceito Lixo Zero propõe reduzir a geração de resíduos e aproveitar melhor os materiais antes de encaminhá-los para a destinação final. A proposta prioriza a prevenção do desperdício, a reutilização, a reciclagem e a compostagem dos resíduos orgânicos. Na prática, isso significa ampliar a quantidade de materiais que podem voltar à cadeia produtiva e diminuir o volume de rejeitos enviado aos aterros sanitários. Para a população, os possíveis benefícios incluem o melhor aproveitamento dos resíduos, o fortalecimento da coleta seletiva e a valorização do trabalho de catadores e cooperativas. A adoção de práticas adequadas também pode contribuir para reduzir o descarte irregular e seus impactos ambientais. Esses resultados, no entanto, dependem da qualidade dos serviços públicos, da estrutura disponível para receber e processar os materiais e da participação dos moradores e das empresas. Responsabilidade compartilhada Para o diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Dmae, Arthur Rosa, um dos principais desafios é fortalecer a responsabilidade compartilhada entre poder público, empresas e população. De acordo com ele, fazer parte da Rede Internacional Cidades Lixo Zero representa uma oportunidade de aprimorar essas ações, trocar experiências com outras cidades e avançar na construção de soluções cada vez mais eficientes. Neste cenário, o desafio, segundo ele, é reduzir a geração de resíduos, ampliar o reaproveitamento dos materiais e diminuir o volume encaminhado ao aterro sanitário. Isso exige mais do que orientar os moradores a separar o lixo. Também depende de estrutura para a coleta, triagem e processamento dos materiais, destinação adequada dos resíduos orgânicos e participação dos setores responsáveis pela produção e comercialização de embalagens e outros produtos. A entrada na rede pode ajudar a identificar soluções e conhecer experiências de outros municípios, mas a efetividade dessas medidas dependerá da implementação local e do acompanhamento dos resultados. Como a população pode participar? A participação dos moradores começa pela redução do desperdício e pela separação adequada dos resíduos, conforme as orientações da coleta municipal. Entre as medidas estão: Separar os materiais recicláveis dos resíduos orgânicos e dos rejeitos; Encaminhar vidro e outros materiais aos pontos de entrega indicados pelo município; Evitar o descarte irregular de móveis, eletrônicos e outros objetos; Reutilizar materiais sempre que possível e reduzir o consumo de produtos descartáveis; Procurar informações sobre os serviços de coleta seletiva e compostagem disponíveis na cidade. A adesão de Uberlândia à rede internacional amplia as possibilidades de cooperação e aprendizado. O resultado, porém, dependerá da capacidade de transformar essas experiências em políticas permanentes, com serviços eficientes, participação social e redução efetiva dos resíduos enviados ao aterro sanitário. Leia também: Veja os novos valores do pedágio na BR-365, MGC-452 e outras 6 rodovias Semana tem máximas de 37 °C e possibilidade de chuva Laudo confirma infarto como causa da morte de vigilante em cemitério Uberlândia é a primeira cidade de Minas a integrar a Rede Internacional Cidades Lixo Zero, Prefeitura de Uberlândia/Divulgação Outras ações A Prefeitura afirma que o município já desenvolve ações relacionadas ao conceito Lixo Zero. Entre elas estão: Coleta seletiva porta a porta: serviço realizado em toda a área urbana; Coleta de vidro: por meio de ecopontos e pontos de entrega voluntária; Compostagem: aproveitamento de resíduos verdes e orgânicos; Cata-Treco: recolhimento de materiais descartados; Cooperativas e associações de catadores: participação na triagem de materiais recicláveis. VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo
Uberlândia se torna a segunda cidade brasileira a integrar a rede internacional Lixo Zero
Guia Modelo Escrito em 23/10/2026
Uberlândia passa a integrar rede internacional de cidades Lixo Zero Uberlândia agora faz parte da Rede Internacional Cidades Lixo Zero, iniciativa que reúne municípios para compartilhar experiências e aprimorar a gestão de resíduos sólidos. A cidade é a primeira de Minas Gerais, segunda do Brasil - a primeira é Florianópolis (SC) - e sexta da América do Sul a integrar a rede. A adesão abre caminho para que o município conheça soluções adotadas em outras cidades, capacite servidores e aperfeiçoe políticas públicas de coleta seletiva, reciclagem e compostagem. Porém, a entrada na rede, por si só, não garante mudanças na quantidade de lixo produzida ou descartada: o desafio é transformar o conhecimento adquirido em ações que funcionem no dia a dia da cidade. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Segundo o diretor-geral do Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae), Rodrigo Lacerda, a participação representa uma oportunidade de fortalecer as políticas públicas de gestão de resíduos e ampliar a troca de experiências com outras cidades. A carta de intenção para entrar na rede foi assinada em 25 de agosto, e a aprovação foi comunicada em 28 de setembro. A iniciativa é coordenada pelo Centro Regional da Convenção de Basileia para a Ásia e o Pacífico. O que significa ser uma cidade Lixo Zero? O conceito Lixo Zero propõe reduzir a geração de resíduos e aproveitar melhor os materiais antes de encaminhá-los para a destinação final. A proposta prioriza a prevenção do desperdício, a reutilização, a reciclagem e a compostagem dos resíduos orgânicos. Na prática, isso significa ampliar a quantidade de materiais que podem voltar à cadeia produtiva e diminuir o volume de rejeitos enviado aos aterros sanitários. Para a população, os possíveis benefícios incluem o melhor aproveitamento dos resíduos, o fortalecimento da coleta seletiva e a valorização do trabalho de catadores e cooperativas. A adoção de práticas adequadas também pode contribuir para reduzir o descarte irregular e seus impactos ambientais. Esses resultados, no entanto, dependem da qualidade dos serviços públicos, da estrutura disponível para receber e processar os materiais e da participação dos moradores e das empresas. Responsabilidade compartilhada Para o diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Dmae, Arthur Rosa, um dos principais desafios é fortalecer a responsabilidade compartilhada entre poder público, empresas e população. De acordo com ele, fazer parte da Rede Internacional Cidades Lixo Zero representa uma oportunidade de aprimorar essas ações, trocar experiências com outras cidades e avançar na construção de soluções cada vez mais eficientes. Neste cenário, o desafio, segundo ele, é reduzir a geração de resíduos, ampliar o reaproveitamento dos materiais e diminuir o volume encaminhado ao aterro sanitário. Isso exige mais do que orientar os moradores a separar o lixo. Também depende de estrutura para a coleta, triagem e processamento dos materiais, destinação adequada dos resíduos orgânicos e participação dos setores responsáveis pela produção e comercialização de embalagens e outros produtos. A entrada na rede pode ajudar a identificar soluções e conhecer experiências de outros municípios, mas a efetividade dessas medidas dependerá da implementação local e do acompanhamento dos resultados. Como a população pode participar? A participação dos moradores começa pela redução do desperdício e pela separação adequada dos resíduos, conforme as orientações da coleta municipal. Entre as medidas estão: Separar os materiais recicláveis dos resíduos orgânicos e dos rejeitos; Encaminhar vidro e outros materiais aos pontos de entrega indicados pelo município; Evitar o descarte irregular de móveis, eletrônicos e outros objetos; Reutilizar materiais sempre que possível e reduzir o consumo de produtos descartáveis; Procurar informações sobre os serviços de coleta seletiva e compostagem disponíveis na cidade. A adesão de Uberlândia à rede internacional amplia as possibilidades de cooperação e aprendizado. O resultado, porém, dependerá da capacidade de transformar essas experiências em políticas permanentes, com serviços eficientes, participação social e redução efetiva dos resíduos enviados ao aterro sanitário. Leia também: Veja os novos valores do pedágio na BR-365, MGC-452 e outras 6 rodovias Semana tem máximas de 37 °C e possibilidade de chuva Laudo confirma infarto como causa da morte de vigilante em cemitério Uberlândia é a primeira cidade de Minas a integrar a Rede Internacional Cidades Lixo Zero, Prefeitura de Uberlândia/Divulgação Outras ações A Prefeitura afirma que o município já desenvolve ações relacionadas ao conceito Lixo Zero. Entre elas estão: Coleta seletiva porta a porta: serviço realizado em toda a área urbana; Coleta de vidro: por meio de ecopontos e pontos de entrega voluntária; Compostagem: aproveitamento de resíduos verdes e orgânicos; Cata-Treco: recolhimento de materiais descartados; Cooperativas e associações de catadores: participação na triagem de materiais recicláveis. VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo