Quaest divulga na próxima semana nova pesquisa eleitoral com perguntas sobre Flávio Bolsonaro e Vorcaro, tarifa de Trump e facções criminosas

Guia Modelo Escrito em 05/06/2026


Pré-candidatos à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) Reprodução A Quaest divulga, a partir da próxima quarta-feira (10), nova pesquisa de intenção de voto para presidente. O levantamento ocorre após as revelações sobre a relação entre Flávio Bolsonaro (PL) e Daniel Vorcaro e na esteira de medidas recentes dos Estados Unidos, como a inclusão do PCC e do Comando Vermelho na lista de organizações terroristas e a nova tarifa imposta ao Brasil. A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouvirá 2.004 pessoas entre esta sexta-feira (5) e esta segunda-feira (8). A pesquisa mede a intenção de voto para presidente e também avalia a percepção do eleitor sobre outros temas, como a divulgação de áudios e mensagens envolvendo o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O levantamento também aborda a visita de Flávio à casa de Vorcaro e os repasses de R$ 61 milhões para o filme Dark Horse, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. O levantamento também abordará o encontro de Flávio Bolsonaro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e as medidas anunciadas recentemente pelo governo americano em relação ao Brasil. Entre os temas estão a classificação do PCC e do CV como organizações terroristas e a imposição de novas tarifas sobre produtos brasileiros. Cenários de 1º e 2º turno Deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) Thiago Cristino / Câmara dos Deputados A pesquisa também trará cenários de primeiro e segundo turno com nomes de pré-candidatos à Presidência da República. Pela primeira vez, a Quaest testará o nome do deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG), que conta com o apoio do PSDB e do Cidadania para disputar a Presidência. Além disso, o levantamento apresentará aos entrevistados quatro cenários de segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), tendo como adversários o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o empresário Renan Santos (Missão), o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD). Último levantamento Na pesquisa anterior da Quaest, divulgada em 13 de maio, Lula liderava o primeiro turno com 39% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 33%. Caiado e Zema apareciam com 4% cada. Veja os números para o 1º turno em maio: Lula (PT): 39% (eram 37% em abril); Flávio Bolsonaro (PL): 33% (eram 32%); Ronaldo Caiado (PSD): 4% (eram 6%); Romeu Zema (Novo): 4% (eram 3%); Renan Santos (Missão): 2% (eram 2%); Augusto Cury (Avante): 1% (eram 2%); Cabo Daciolo (Mobiliza): 1% (era 1%); Samara Martins (UP): 1% (era 1%); Aldo Rebelo (DC): 0% (não pontuou na pesquisa anterior); Hertz Dias (PSTU): 0% (não estava na pesquisa anterior); Indecisos: 5% Branco/nulo/não vai votar: 10% Em um cenário de segundo turno testado pela Quaest, Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) apareceram tecnicamente empatados. Lula registrou 42% das intenções de voto, contra 41% de Flávio. Cenário Lula x Flávio Lula: 42% (eram 40% em abril e 41% em março); Flávio Bolsonaro: 41% (eram 42% em abril e 41% em março); Indecisos: 3% (eram 2% em abril e em março); Branco/nulo/não vai votar: 14% (eram 16% em abril e em março). Cenário Lula x Romeu Zema Lula: 44% (eram 43% em abril e 44% em março); Romeu Zema: 37% (eram 36% em abril e 34% em março); Indecisos: 4% (eram 4% em abril e em março); Branco/nulo/não vai votar: 15% (eram 17% em abril e 19% em março). Cenário Lula x Ronaldo Caiado Lula: 44% (eram 43% em abril e 44% em março); Ronaldo Caiado: 35% (eram 35% em abril e 32% em março); Indecisos: 4% (eram 4% em abril e 3% em março); Branco/nulo/não vai votar: 17% (eram 18% em abril e 21% em março). Cenário Lula x Renan Santos Lula: 45% (eram 44% em abril e 43% em março); Renan Santos: 28% (eram 24% em abril e 24% em março); Indecisos: 5% (eram 5% em abril e 3% em março ); Branco/nulo/não vai votar: 22% (eram 27% em abril e 30% em março).