Corretora foi morta no prédio em um intervalo de 8 minutos, diz delegado A corretora de imóveis Daiane Alves, de 43 anos, foi morta em um intervalo de 8 minutos. É o que acredita o delegado André Luiz Barbosa. Uma câmera de segurança do prédio onde a corretora vivia registrou o momento em que ela entra no elevador minutos antes de desaparecer, em Caldas Novas (veja acima). Cléber foi preso após confessar o crime e indicar à Polícia Civil o local onde deixou o corpo da vítima, na quarta-feira (28). Ele passou por audiência de custódia na quinta-feira (29) e teve sua prisão mantida. Em nota, a defesa do síndico afirmou que ele está contribuindo com as investigações. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp O vídeo foi registrado no dia 17 de dezembro de 2025. Nele, Daiane aparece com o celular em mãos, filmando o seu trajeto e enviando os vídeos para uma amiga. De acordo com as investigações, ela seguia para o subsolo para conferir o padrão de energia, já que o apartamento dela estava sem energia. Daiane chega a encontrar outra pessoa no elevador e para na portaria antes de chegar ao subsolo. "Esse vídeo que ela grava descendo no elevador foi encaminhado às 18h59. E os senhores podem observar que quando ela desce, é claro que ela estava gravando um vídeo. Então ela gravava e enviava. O terceiro vídeo ela não conseguiu enviar”, afirmou André durante coletiva de imprensa. LEIA TAMBÉM: PLANO DE FUGA: Síndico e filho presos por morte de corretora estavam com malas no momento da prisão, diz polícia PREMEDITADO: Entenda por que a polícia acredita que síndico pode ter planejado crime OBSTRUÇÃO: Filho de síndico tentou atrapalhar investigação e deu novo celular ao pai, diz polícia CAUSA DA MORTE: Corpo de corretora morta por síndico está em Goiânia, e laudo deve demorar 10 dias, diz polícia Às 19h, Daiane deixa o elevador. Segundo o delegado, foi nesse momento que ela desapareceu. Após isso, o delegado contou que somente uma senhora pôde ser vista acessando o subsolo por volta das 19h08, indicando que o crime tenha sido cometido dentro desse intervalo de tempo. Ele também destacou que é possível que o último vídeo feito por Daiane tivesse alguma prova contra o síndico Cléber Rosa de Oliveira, de 49 anos, suspeito do homicídio. Ocultação do corpo INFOGRÁFICO: corpo de corretora desaparecida é encontrado em GO Arte g1 As investigações apontam que Cléber tenha usado as escadas para não ser flagrado pelas câmeras do prédio. Após o crime, a Polícia Civil também encontrou imagens do carro do síndico, uma Fiat Strada, trafegando em direção a uma região de mata com a capota fechada. Cerca de 48 minutos depois, o carro é visto novamente, voltando com a capota aberta. A Polícia Civil acredita que o veículo transportava o corpo de Daiane para a região de mata em Ipameri, a cerca de 15 km de Caldas Novas, onde foi encontrado na madrugada de quarta-feira (28). Obstrução das investigações Filho de síndico tentou atrapalhar investigação, diz delegado O filho do síndico, Maicon Douglas de Oliveira, também foi preso suspeito de tentar obstruir as investigações, segundo a Polícia Civil. Cléber Rosa de Oliveira foi preso após confessar o crime e mostrar aos policiais onde havia deixado o corpo de Daiane, nesta quarta-feira (28). Segundo o delegado André Luiz, Maicon deu um celular novo ao pai, o que poderia ser uma forma de tentar ocultar provas em uma possível apreensão do aparelho. “A prisão foi solicitada, em um primeiro momento, para que a gente pudesse entender se essa participação já acontecia desde a prática desse homicídio ou se só aconteceu depois que o crime ocorreu”, explicou André em entrevista à TV Anhanguera. O g1 tentou entrar em contato com a defesa de Maicon Douglas na noite desta quinta-feira (29), mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Maicon também teve sua prisão mantida após passar por audiência de custódia, de acordo com o Ministério Público de Goiás (MP-GO). Planejava fugir O síndico Cleber Rosa de Oliveira e o filho, o analista de sistemas Maicon Douglas Souza de Oliveira, foram presos na madrugada de quarta-feira (28), em Caldas Novas Wildes Barbosa/ O Popular Ainda de acordo com o delegado, há indícios de que Cléber e Maicon planejavam fugir após o crime, já que a Polícia Civil encontrou malas no apartamento do síndico no momento da prisão. "Não podemos afirmar categoricamente (que eles iriam fugir). Mas existiam, sim, malas no local, no momento do cumprimento da prisão", disse o delegado ao g1. Causa da morte Corpo de corretora morta por síndico é transferido para Goiânia O corpo de Daiane está no Instituto Médico Legal (IML) de Goiânia, onde será examinado. Segundo a Polícia Científica, o laudo da necropsia que identifica a causa da morte deve sair em 10 dias. A perita criminal Núbia Miranda explicou que a Polícia Científica trabalha para liberar o corpo o quanto antes. "A identificação não demora tanto, pode demorar um pouco, mas se for necessário só DNA. Se for por exame antropológico ou de arcada dentária, sai mais rápido. A necropsia em si, junto com o laudo de tomografia computadorizada, pode levar 10 dias", afirmou Vieira à TV Anhanguera. Ainda segundo Núbia, o corpo será examinado por tomografia computadorizada, além de exame da arcada dentária, exame antropológico e o possível DNA. "Então é um conjunto de exames para estabelecer essa identificação e também para estabelecer a causa-morte", disse. Cléber Rosa de Oliveira confessou ter matado a corretora Daiane Alves em Caldas Novas, Goiás Diomício Gomes/O Popular e Arquivo pessoal/Georgiana dos Passos 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
Corretora foi morta no prédio em um intervalo de 8 minutos, acredita delegado
Guia Modelo Escrito em 30/01/2026
Corretora foi morta no prédio em um intervalo de 8 minutos, diz delegado A corretora de imóveis Daiane Alves, de 43 anos, foi morta em um intervalo de 8 minutos. É o que acredita o delegado André Luiz Barbosa. Uma câmera de segurança do prédio onde a corretora vivia registrou o momento em que ela entra no elevador minutos antes de desaparecer, em Caldas Novas (veja acima). Cléber foi preso após confessar o crime e indicar à Polícia Civil o local onde deixou o corpo da vítima, na quarta-feira (28). Ele passou por audiência de custódia na quinta-feira (29) e teve sua prisão mantida. Em nota, a defesa do síndico afirmou que ele está contribuindo com as investigações. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp O vídeo foi registrado no dia 17 de dezembro de 2025. Nele, Daiane aparece com o celular em mãos, filmando o seu trajeto e enviando os vídeos para uma amiga. De acordo com as investigações, ela seguia para o subsolo para conferir o padrão de energia, já que o apartamento dela estava sem energia. Daiane chega a encontrar outra pessoa no elevador e para na portaria antes de chegar ao subsolo. "Esse vídeo que ela grava descendo no elevador foi encaminhado às 18h59. E os senhores podem observar que quando ela desce, é claro que ela estava gravando um vídeo. Então ela gravava e enviava. O terceiro vídeo ela não conseguiu enviar”, afirmou André durante coletiva de imprensa. LEIA TAMBÉM: PLANO DE FUGA: Síndico e filho presos por morte de corretora estavam com malas no momento da prisão, diz polícia PREMEDITADO: Entenda por que a polícia acredita que síndico pode ter planejado crime OBSTRUÇÃO: Filho de síndico tentou atrapalhar investigação e deu novo celular ao pai, diz polícia CAUSA DA MORTE: Corpo de corretora morta por síndico está em Goiânia, e laudo deve demorar 10 dias, diz polícia Às 19h, Daiane deixa o elevador. Segundo o delegado, foi nesse momento que ela desapareceu. Após isso, o delegado contou que somente uma senhora pôde ser vista acessando o subsolo por volta das 19h08, indicando que o crime tenha sido cometido dentro desse intervalo de tempo. Ele também destacou que é possível que o último vídeo feito por Daiane tivesse alguma prova contra o síndico Cléber Rosa de Oliveira, de 49 anos, suspeito do homicídio. Ocultação do corpo INFOGRÁFICO: corpo de corretora desaparecida é encontrado em GO Arte g1 As investigações apontam que Cléber tenha usado as escadas para não ser flagrado pelas câmeras do prédio. Após o crime, a Polícia Civil também encontrou imagens do carro do síndico, uma Fiat Strada, trafegando em direção a uma região de mata com a capota fechada. Cerca de 48 minutos depois, o carro é visto novamente, voltando com a capota aberta. A Polícia Civil acredita que o veículo transportava o corpo de Daiane para a região de mata em Ipameri, a cerca de 15 km de Caldas Novas, onde foi encontrado na madrugada de quarta-feira (28). Obstrução das investigações Filho de síndico tentou atrapalhar investigação, diz delegado O filho do síndico, Maicon Douglas de Oliveira, também foi preso suspeito de tentar obstruir as investigações, segundo a Polícia Civil. Cléber Rosa de Oliveira foi preso após confessar o crime e mostrar aos policiais onde havia deixado o corpo de Daiane, nesta quarta-feira (28). Segundo o delegado André Luiz, Maicon deu um celular novo ao pai, o que poderia ser uma forma de tentar ocultar provas em uma possível apreensão do aparelho. “A prisão foi solicitada, em um primeiro momento, para que a gente pudesse entender se essa participação já acontecia desde a prática desse homicídio ou se só aconteceu depois que o crime ocorreu”, explicou André em entrevista à TV Anhanguera. O g1 tentou entrar em contato com a defesa de Maicon Douglas na noite desta quinta-feira (29), mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Maicon também teve sua prisão mantida após passar por audiência de custódia, de acordo com o Ministério Público de Goiás (MP-GO). Planejava fugir O síndico Cleber Rosa de Oliveira e o filho, o analista de sistemas Maicon Douglas Souza de Oliveira, foram presos na madrugada de quarta-feira (28), em Caldas Novas Wildes Barbosa/ O Popular Ainda de acordo com o delegado, há indícios de que Cléber e Maicon planejavam fugir após o crime, já que a Polícia Civil encontrou malas no apartamento do síndico no momento da prisão. "Não podemos afirmar categoricamente (que eles iriam fugir). Mas existiam, sim, malas no local, no momento do cumprimento da prisão", disse o delegado ao g1. Causa da morte Corpo de corretora morta por síndico é transferido para Goiânia O corpo de Daiane está no Instituto Médico Legal (IML) de Goiânia, onde será examinado. Segundo a Polícia Científica, o laudo da necropsia que identifica a causa da morte deve sair em 10 dias. A perita criminal Núbia Miranda explicou que a Polícia Científica trabalha para liberar o corpo o quanto antes. "A identificação não demora tanto, pode demorar um pouco, mas se for necessário só DNA. Se for por exame antropológico ou de arcada dentária, sai mais rápido. A necropsia em si, junto com o laudo de tomografia computadorizada, pode levar 10 dias", afirmou Vieira à TV Anhanguera. Ainda segundo Núbia, o corpo será examinado por tomografia computadorizada, além de exame da arcada dentária, exame antropológico e o possível DNA. "Então é um conjunto de exames para estabelecer essa identificação e também para estabelecer a causa-morte", disse. Cléber Rosa de Oliveira confessou ter matado a corretora Daiane Alves em Caldas Novas, Goiás Diomício Gomes/O Popular e Arquivo pessoal/Georgiana dos Passos 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás