Mulher passa mal e não é atendida pelo Samu Uma mulher que passou mal com uma crise de ansiedade, nesta sexta-feira (13) na Rua Barão do Amazonas, no Centro de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense e não foi levada ao hospital pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) após receber atendimento inicial. O caso aconteceu na loja da irmã da paciente, familiares afirmam que a mulher chegou a convulsionar e bater a cabeça, denunciando a recusa do transporte hospitalar. Um vídeo enviado pela irmã da mulher mostra parte do momento onde ela aparece ela aparece caída no chão enquanto funcionários e clientes tentam ajudá-la. Em outro trecho, ela se debate no chão, comportamento que pode indicar convulsão. 📱 Siga o canal do g1 Norte Fluminense no WhatsApp. Mulher teve crise de ansiedade dentro da loja da irmã em Campos Reprodução Inter TV No entanto, segundo o relato da irmã, os profissionais teriam informado que se tratava de uma crise de ansiedade e disseram que não fariam o encaminhamento para o hospital. Após o episódio, os próprios familiares decidiram levar a mulher para uma unidade de saúde porque ela continuava passando mal. No local, ainda segundo os parentes, eles foram orientados de que, como a paciente havia caído e batido a cabeça, o ideal seria que tivesse sido levada para avaliação médica. A irmã dela também fez um desabafo nas redes sociais pedindo mais empatia e atenção no atendimento a pessoas que enfrentam crises desse tipo. "Ansiedade e depressão é considerado uma doença, quando chegam para atender as pessoas eles tratam como se fosse bobeira, a socorrista disse que era drama, a minha irmã teve sete crises, ela bateu a cabeça. As pessoas estão sem amor, me corta o coração" desabafa a irmã. A reportagem procurou o Consórcio Público Intermunicipal de Desenvolvimento do Norte e Noroeste Fluminense, responsável pela gestão do Samu na região, para saber qual é o posicionamento sobre o caso e se o atendimento será apurado. Até a última atualização desta reportagem, não havia resposta.
SAMU recusa levar mulher com crise de ansiedade após atendimento para o hospital em Campos
Guia Modelo Escrito em 14/03/2026
Mulher passa mal e não é atendida pelo Samu Uma mulher que passou mal com uma crise de ansiedade, nesta sexta-feira (13) na Rua Barão do Amazonas, no Centro de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense e não foi levada ao hospital pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) após receber atendimento inicial. O caso aconteceu na loja da irmã da paciente, familiares afirmam que a mulher chegou a convulsionar e bater a cabeça, denunciando a recusa do transporte hospitalar. Um vídeo enviado pela irmã da mulher mostra parte do momento onde ela aparece ela aparece caída no chão enquanto funcionários e clientes tentam ajudá-la. Em outro trecho, ela se debate no chão, comportamento que pode indicar convulsão. 📱 Siga o canal do g1 Norte Fluminense no WhatsApp. Mulher teve crise de ansiedade dentro da loja da irmã em Campos Reprodução Inter TV No entanto, segundo o relato da irmã, os profissionais teriam informado que se tratava de uma crise de ansiedade e disseram que não fariam o encaminhamento para o hospital. Após o episódio, os próprios familiares decidiram levar a mulher para uma unidade de saúde porque ela continuava passando mal. No local, ainda segundo os parentes, eles foram orientados de que, como a paciente havia caído e batido a cabeça, o ideal seria que tivesse sido levada para avaliação médica. A irmã dela também fez um desabafo nas redes sociais pedindo mais empatia e atenção no atendimento a pessoas que enfrentam crises desse tipo. "Ansiedade e depressão é considerado uma doença, quando chegam para atender as pessoas eles tratam como se fosse bobeira, a socorrista disse que era drama, a minha irmã teve sete crises, ela bateu a cabeça. As pessoas estão sem amor, me corta o coração" desabafa a irmã. A reportagem procurou o Consórcio Público Intermunicipal de Desenvolvimento do Norte e Noroeste Fluminense, responsável pela gestão do Samu na região, para saber qual é o posicionamento sobre o caso e se o atendimento será apurado. Até a última atualização desta reportagem, não havia resposta.