Cresce o número de startups de tecnologia e ciência no centro-oeste paulista As startups, empresas inovadoras ligadas à tecnologia e à ciência, aumentaram consideravelmente no centro-oeste paulista nos últimos anos. Em 2021, por exemplo, não havia registros de startup em Bauru (SP). Após quatro anos, o município conta com 20 empresas, de acordo com dados da Fundação Seade. 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp Já no estado de São Paulo, o crescimento é ainda maior: passou de seis registros para 1.881 no mesmo período. Número de startups saltou de 6 para 1.881 no Estado de São Paulo entre 2021 e 2025 TV TEM Para auxiliar no desenvolvimento desse modelo, há as incubadoras: organizações que ajudam financeiramente nos estágios iniciais das empresas, como é o caso da Saruê, presente no campus da Unesp em Bauru. A iniciativa tem como objetivo transformar a ideia em um modelo de negócios. “Essa incubação tem um período em que esse projeto, essa empresa que está sendo criada e gestada, vai passar por todas as etapas de gestão, finanças, marketing, para estruturar o seu plano de negócios e fazer com que o seu negócio saia do papel e se torne uma realidade”, explica Hermes Moretti da Silva, coordenador executivo. A Saruê funciona na Unesp de Bauru e recebe empresas de bases tecnológica e científica TV TEM Na startup Sante Science, a bióloga Marcela Rodrigues de Camargo desenvolveu um alimento para animais e humanos com câncer. Por meio da empresa, a qual comanda ao lado do marido, Pedro Vannini, eles estão na etapa final de validação e, em seguida, vão tentar a venda do produto. “A incubadora deu todo esse apoio para como fazer uma pesquisa virar uma empresa, o suporte que você precisa ter de conhecimento de finanças, de contabilidade, de marketing. Então, tudo isso foi sendo adicionado e é fundamental a gente ter alguém junto que sabe como fazer”, destaca o sócio da empresa. A startup Sante Science é comandada por Marcela Rodrigues de Camargo e Pedro Vannini TV TEM A busca pelo financiamento e a incerteza se o negócio dará certo são preocupações constantes e comuns de uma startup. Segundo Vagner Bessa, gerente de economia da Fundação Seade, o risco é necessário para que a empresa tenha resultados positivos. “Esse risco vale a pena porque, se ele traz benefícios, se a empresa é bem sucedida, a sociedade inteira se beneficia disso. Por quê? Porque ele é capaz de aumentar a produtividade da economia”, reconhece o profissional. Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília VÍDEOS: assista às reportagens da região
De zero a 20 em quatro anos: número de startups cresce em Bauru e impulsiona inovação no interior de SP
Guia Modelo Escrito em 11/03/2026
Cresce o número de startups de tecnologia e ciência no centro-oeste paulista As startups, empresas inovadoras ligadas à tecnologia e à ciência, aumentaram consideravelmente no centro-oeste paulista nos últimos anos. Em 2021, por exemplo, não havia registros de startup em Bauru (SP). Após quatro anos, o município conta com 20 empresas, de acordo com dados da Fundação Seade. 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp Já no estado de São Paulo, o crescimento é ainda maior: passou de seis registros para 1.881 no mesmo período. Número de startups saltou de 6 para 1.881 no Estado de São Paulo entre 2021 e 2025 TV TEM Para auxiliar no desenvolvimento desse modelo, há as incubadoras: organizações que ajudam financeiramente nos estágios iniciais das empresas, como é o caso da Saruê, presente no campus da Unesp em Bauru. A iniciativa tem como objetivo transformar a ideia em um modelo de negócios. “Essa incubação tem um período em que esse projeto, essa empresa que está sendo criada e gestada, vai passar por todas as etapas de gestão, finanças, marketing, para estruturar o seu plano de negócios e fazer com que o seu negócio saia do papel e se torne uma realidade”, explica Hermes Moretti da Silva, coordenador executivo. A Saruê funciona na Unesp de Bauru e recebe empresas de bases tecnológica e científica TV TEM Na startup Sante Science, a bióloga Marcela Rodrigues de Camargo desenvolveu um alimento para animais e humanos com câncer. Por meio da empresa, a qual comanda ao lado do marido, Pedro Vannini, eles estão na etapa final de validação e, em seguida, vão tentar a venda do produto. “A incubadora deu todo esse apoio para como fazer uma pesquisa virar uma empresa, o suporte que você precisa ter de conhecimento de finanças, de contabilidade, de marketing. Então, tudo isso foi sendo adicionado e é fundamental a gente ter alguém junto que sabe como fazer”, destaca o sócio da empresa. A startup Sante Science é comandada por Marcela Rodrigues de Camargo e Pedro Vannini TV TEM A busca pelo financiamento e a incerteza se o negócio dará certo são preocupações constantes e comuns de uma startup. Segundo Vagner Bessa, gerente de economia da Fundação Seade, o risco é necessário para que a empresa tenha resultados positivos. “Esse risco vale a pena porque, se ele traz benefícios, se a empresa é bem sucedida, a sociedade inteira se beneficia disso. Por quê? Porque ele é capaz de aumentar a produtividade da economia”, reconhece o profissional. Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília VÍDEOS: assista às reportagens da região