Lançamento do Projeto Amazônia Que Eu Quero em Brasília A nova temporada do projeto “Amazônia Que Eu Quero 2026”, da Fundação Rede Amazônica, foi lançada na última quarta-feira (4), em Brasília. A cerimônia reuniu parlamentares, empresários, especialistas e representantes da sociedade civil para discutir os desafios e oportunidades da região amazônica em um ano marcado pelo debate eleitoral. O tema escolhido para este ano é “Democracia na era digital”, com foco em como as tecnologias estão transformando o processo eleitoral e a participação cidadã. A proposta é estimular o voto consciente e ampliar o diálogo sobre desenvolvimento sustentável, inclusão social e os caminhos para o futuro da Amazônia. A palestra magna foi conduzida por Marcelo Bechara, diretor de Relações Institucionais e Mídias do Grupo Globo, que abordou o papel da tecnologia na construção de uma Amazônia mais integrada e participativa. Ele destacou que, em um ano eleitoral, discutir o impacto das ferramentas digitais no processo democrático é essencial para garantir transparência e engajamento. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias de RO em tempo real e de graça Segundo a diretora-executiva da Fundação Rede Amazônica, Mariane Cavalcante, a iniciativa busca fortalecer a capacidade de decisão do cidadão: “O projeto tem um objetivo muito simples: trazer informação para a população para que ela tenha capacidade crítica para eleger seus gestores públicos”, afirmou. De acordo com o CEO do Grupo Rede Amazônica, Phelippe Daou Junior, o projeto promove debates com especialistas, formadores de opinião e representantes da sociedade civil: "O Amazônia Que Eu Quero é sobre qual Amazônia cada um de nós deseja, especialmente aqueles que vivem lá, como nós. Este ano é muito especial, porque iniciamos o Amazônia Que Eu Quero com uma edição em Brasília. O projeto nasceu justamente para isso: para que os representantes da Amazônia aqui no Congresso possam ser cada vez melhor avaliados e escolhidos, de forma a representar de maneira mais eficaz os interesses da nossa região", explicou. O evento também apresentou o caderno de soluções elaborado a partir dos encontros anteriores. Esse documento reúne propostas da população e serve como base para políticas públicas e projetos de lei. O caderno de 2025, que tratou da gestão de resíduos sólidos na Amazônia, foi entregue aos parlamentares durante a cerimônia. A diretora-presidente da Fundação Rede Amazônica, Cláudia Daou Paixão e Silva, destacou que o objetivo é alcançar principalmente os jovens, estimulando um voto consciente e responsável. J A expectativa é que as discussões fortaleçam a democracia e tragam novas perspectivas para o desenvolvimento sustentável da Amazônia. O conteúdo produzido durante a programação será compilado em um documento e disponibilizado em plataformas digitais. Amazônia Que Eu Quero Reprodução LEIA TAMBÉM: Adolescente encontrada morta comia restos de comida dados a animais e dormia no chão, diz polícia Brasileira fica 'presa' nas Maldivas após ter voo cancelado por causa da guerra entre EUA, Israel e Irã
Amazônia Que Eu Quero 2026: lançamento em Brasília abre debate sobre democracia digital
Guia Modelo Escrito em 05/03/2026
Lançamento do Projeto Amazônia Que Eu Quero em Brasília A nova temporada do projeto “Amazônia Que Eu Quero 2026”, da Fundação Rede Amazônica, foi lançada na última quarta-feira (4), em Brasília. A cerimônia reuniu parlamentares, empresários, especialistas e representantes da sociedade civil para discutir os desafios e oportunidades da região amazônica em um ano marcado pelo debate eleitoral. O tema escolhido para este ano é “Democracia na era digital”, com foco em como as tecnologias estão transformando o processo eleitoral e a participação cidadã. A proposta é estimular o voto consciente e ampliar o diálogo sobre desenvolvimento sustentável, inclusão social e os caminhos para o futuro da Amazônia. A palestra magna foi conduzida por Marcelo Bechara, diretor de Relações Institucionais e Mídias do Grupo Globo, que abordou o papel da tecnologia na construção de uma Amazônia mais integrada e participativa. Ele destacou que, em um ano eleitoral, discutir o impacto das ferramentas digitais no processo democrático é essencial para garantir transparência e engajamento. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias de RO em tempo real e de graça Segundo a diretora-executiva da Fundação Rede Amazônica, Mariane Cavalcante, a iniciativa busca fortalecer a capacidade de decisão do cidadão: “O projeto tem um objetivo muito simples: trazer informação para a população para que ela tenha capacidade crítica para eleger seus gestores públicos”, afirmou. De acordo com o CEO do Grupo Rede Amazônica, Phelippe Daou Junior, o projeto promove debates com especialistas, formadores de opinião e representantes da sociedade civil: "O Amazônia Que Eu Quero é sobre qual Amazônia cada um de nós deseja, especialmente aqueles que vivem lá, como nós. Este ano é muito especial, porque iniciamos o Amazônia Que Eu Quero com uma edição em Brasília. O projeto nasceu justamente para isso: para que os representantes da Amazônia aqui no Congresso possam ser cada vez melhor avaliados e escolhidos, de forma a representar de maneira mais eficaz os interesses da nossa região", explicou. O evento também apresentou o caderno de soluções elaborado a partir dos encontros anteriores. Esse documento reúne propostas da população e serve como base para políticas públicas e projetos de lei. O caderno de 2025, que tratou da gestão de resíduos sólidos na Amazônia, foi entregue aos parlamentares durante a cerimônia. A diretora-presidente da Fundação Rede Amazônica, Cláudia Daou Paixão e Silva, destacou que o objetivo é alcançar principalmente os jovens, estimulando um voto consciente e responsável. J A expectativa é que as discussões fortaleçam a democracia e tragam novas perspectivas para o desenvolvimento sustentável da Amazônia. O conteúdo produzido durante a programação será compilado em um documento e disponibilizado em plataformas digitais. Amazônia Que Eu Quero Reprodução LEIA TAMBÉM: Adolescente encontrada morta comia restos de comida dados a animais e dormia no chão, diz polícia Brasileira fica 'presa' nas Maldivas após ter voo cancelado por causa da guerra entre EUA, Israel e Irã