Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) Divulgação O policial civil Enoque Sarah de Lima Galvão, de 44 anos, irmão do professor de jiu-jitsu Melqui Galvão, foi preso nesta terça-feira (26), em Manaus. A prisão foi realizada pela Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca). Segundo apuração do g1, Enoque passou por audiência de custódia após ser preso temporariamente por determinação da Vara de Garantias Penais e de Inquéritos Policiais do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM). A decisão foi emitida pela Justiça do Amazonas e está relacionada a uma investigação da Depca. O caso apura crimes de fraude processual, favorecimento real, falso testemunho ou falsa perícia, importunação sexual, estupro e estupro de vulnerável. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp No início do mês, Enoque já havia sido afastado das funções operacionais pela Polícia Civil do Amazonas após suspeitas de envolvimento na entrada irregular de uma pessoa na unidade prisional onde o irmão estava detido, em Manaus. De acordo com a Polícia Civil do Amazonas, ele permanecerá afastado até a conclusão das investigações. O g1 tenta localizar a defesa de Enoque Galvão. Agora no g1 Afastamento da Polícia Civil Segundo a Polícia Civil do Amazonas, o afastamento aconteceu após a corporação receber informações de que Melqui Galvão teria feito uma videochamada de dentro da unidade prisional. A polícia informou que realizou inspeções internas no dia 2 de maio e uma vistoria acompanhada pelo Ministério Público no dia 4. "Após as verificações preliminares, foram identificados indícios de participação de um servidor, Enoque Galvão (irmão do custodiado), relacionados à facilitação do ingresso de terceiro não autorizado na unidade", informou a corporação em nota. Ainda conforme a polícia, Enoque também responde a procedimentos administrativos disciplinares na Corregedoria-Geral da Polícia Civil. Investigação sobre Melqui Galvão Lutador e treinador de jiu-jitsu, Melqui Galvão, foi preso em Manaus Instagram/Reprodução As investigações contra Melqui Galvão começaram após uma adolescente de 17 anos, ex-aluna do treinador, denunciar atos libidinosos não consentidos durante uma competição esportiva realizada fora do país. A vítima mora atualmente nos Estados Unidos e foi ouvida pelas autoridades junto com familiares. A 8ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) reuniu relatos de ao menos três vítimas. Conforme a polícia, os denunciantes entregaram uma gravação em que o investigado admitiria indiretamente os fatos e tentaria impedir que o caso fosse levado adiante mediante promessa de compensação financeira. Durante a investigação, outras duas possíveis vítimas foram identificadas em diferentes estados do país. Em um dos relatos, a vítima afirmou ter 12 anos à época dos fatos. De acordo com a polícia, Melqui havia viajado para o Amazonas menos de 24 horas antes da prisão. Após contato entre as corporações, ele se apresentou às autoridades em Manaus, onde teve o mandado cumprido. Além da prisão temporária, a polícia cumpriu três mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao investigado em Jundiaí, no interior de São Paulo. A Polícia Civil do Amazonas informou ainda que as investigações relacionadas ao caso continuam em Manaus, com depoimentos presenciais e virtuais para apurar possíveis crimes. Quem é Melqui Galvão Melqui Galvão é conhecido no meio esportivo como faixa preta e treinador de jiu-jitsu, sendo responsável por uma academia na Zona Norte de Manaus. Ele também atuava como instrutor de defesa pessoal na Polícia Civil do Amazonas. Segundo a PC-AM, o servidor é efetivo da instituição e estava lotado no setor de capacitação, onde ministrava treinamentos de defesa pessoal. Diante da gravidade das denúncias, ele foi afastado cautelarmente das funções até a conclusão das investigações. Professor de jiu-jítsu Melqui Galvão já foi preso por homicídio em operação policial no AM
Irmão de Melqui Galvão é preso temporariamente em Manaus
Guia Modelo Escrito em 26/05/2026
Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) Divulgação O policial civil Enoque Sarah de Lima Galvão, de 44 anos, irmão do professor de jiu-jitsu Melqui Galvão, foi preso nesta terça-feira (26), em Manaus. A prisão foi realizada pela Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca). Segundo apuração do g1, Enoque passou por audiência de custódia após ser preso temporariamente por determinação da Vara de Garantias Penais e de Inquéritos Policiais do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM). A decisão foi emitida pela Justiça do Amazonas e está relacionada a uma investigação da Depca. O caso apura crimes de fraude processual, favorecimento real, falso testemunho ou falsa perícia, importunação sexual, estupro e estupro de vulnerável. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp No início do mês, Enoque já havia sido afastado das funções operacionais pela Polícia Civil do Amazonas após suspeitas de envolvimento na entrada irregular de uma pessoa na unidade prisional onde o irmão estava detido, em Manaus. De acordo com a Polícia Civil do Amazonas, ele permanecerá afastado até a conclusão das investigações. O g1 tenta localizar a defesa de Enoque Galvão. Agora no g1 Afastamento da Polícia Civil Segundo a Polícia Civil do Amazonas, o afastamento aconteceu após a corporação receber informações de que Melqui Galvão teria feito uma videochamada de dentro da unidade prisional. A polícia informou que realizou inspeções internas no dia 2 de maio e uma vistoria acompanhada pelo Ministério Público no dia 4. "Após as verificações preliminares, foram identificados indícios de participação de um servidor, Enoque Galvão (irmão do custodiado), relacionados à facilitação do ingresso de terceiro não autorizado na unidade", informou a corporação em nota. Ainda conforme a polícia, Enoque também responde a procedimentos administrativos disciplinares na Corregedoria-Geral da Polícia Civil. Investigação sobre Melqui Galvão Lutador e treinador de jiu-jitsu, Melqui Galvão, foi preso em Manaus Instagram/Reprodução As investigações contra Melqui Galvão começaram após uma adolescente de 17 anos, ex-aluna do treinador, denunciar atos libidinosos não consentidos durante uma competição esportiva realizada fora do país. A vítima mora atualmente nos Estados Unidos e foi ouvida pelas autoridades junto com familiares. A 8ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) reuniu relatos de ao menos três vítimas. Conforme a polícia, os denunciantes entregaram uma gravação em que o investigado admitiria indiretamente os fatos e tentaria impedir que o caso fosse levado adiante mediante promessa de compensação financeira. Durante a investigação, outras duas possíveis vítimas foram identificadas em diferentes estados do país. Em um dos relatos, a vítima afirmou ter 12 anos à época dos fatos. De acordo com a polícia, Melqui havia viajado para o Amazonas menos de 24 horas antes da prisão. Após contato entre as corporações, ele se apresentou às autoridades em Manaus, onde teve o mandado cumprido. Além da prisão temporária, a polícia cumpriu três mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao investigado em Jundiaí, no interior de São Paulo. A Polícia Civil do Amazonas informou ainda que as investigações relacionadas ao caso continuam em Manaus, com depoimentos presenciais e virtuais para apurar possíveis crimes. Quem é Melqui Galvão Melqui Galvão é conhecido no meio esportivo como faixa preta e treinador de jiu-jitsu, sendo responsável por uma academia na Zona Norte de Manaus. Ele também atuava como instrutor de defesa pessoal na Polícia Civil do Amazonas. Segundo a PC-AM, o servidor é efetivo da instituição e estava lotado no setor de capacitação, onde ministrava treinamentos de defesa pessoal. Diante da gravidade das denúncias, ele foi afastado cautelarmente das funções até a conclusão das investigações. Professor de jiu-jítsu Melqui Galvão já foi preso por homicídio em operação policial no AM