empresário Ivo Vel Kos, de 48 anos, foi preso em flagrante por violência doméstica por agredir e ameaçar a mulher, Giulia Melo Falcão Vel Kos, de 27 anos, Reprodução/Instagram O empresário Ivo Vel Kos, preso preventivamente no sábado (15) por suspeita de agredir e ameaçar a mulher em São Paulo, também é investigado pela Polícia Civil por ameaçar e atacar um homem dentro de uma sinagoga na Zona Oeste da capital. O caso é apurado em inquérito instaurado pelo 15º Distrito Policial, no Itaim Bibi. No sábado, Giulia Melo Falcão Vel Kos, de 27 anos, relatou que o marido a agrediu com socos, um taco de beisebol e usou arma de choque para ameaçá-la (leia mais abaixo). Segundo a investigação do caso da sinagoga, o homem relatou ter sido ameaçado de morte e agredido por Ivo Vel Kos durante uma cerimônia religiosa realizada em 28 de maio na sinagoga Beit Chabad Itaim, na Avenida Europa, no Jardim Europa. De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima afirmou que estava orando no local quando teve o cabelo puxado por trás e sofreu uma tentativa de cabeçada. Em seguida, segundo seu relato à polícia, ouviu o empresário dizer: 'Estou com uma faca, eu vou te matar'. O homem afirmou que o suspeito exibia a arma de forma encoberta sob o paletó. Ainda conforme o registro policial, após ser retirado da área principal da sinagoga, Ivo Vel Kos voltou a abordar a vítima portando um martelo. O homem relatou ter levado um chute na barriga e que o empresário tentou golpeá-lo no rosto com a ferramenta, sendo contido por frequentadores do local. A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar os crimes de lesão corporal, ameaça e perseguição. Segundo o delegado responsável pelo caso, a suspeita é de que o empresário també tenha enviado posteriormente um áudio ameaçador ao pai da vítima. Dentista relata agressões de marido em SP Testemunhas confirmam agressões Nos depoimentos colhidos pela polícia, testemunhas relataram ter presenciado parte das agressões. Uma delas afirmou que estava sentada logo atrás da vítima durante a cerimônia religiosa quando viu Ivo Vel Kos puxar o cabelo da vítima, desferir cabeçadas e fazer ameaças. A testemunha disse acreditar que a ação foi premeditada, porque não houve discussão prévia entre os dois. Outro frequentador da sinagoga relatou que ouviu a vítima dizer que havia sido ameaçada de morte e contou ter presenciado um novo ataque. Segundo ele, o empresário estava "visivelmente transtornado", portava um martelo e continuava afirmando que mataria o homem. O grupo que estava no local conseguiu contê-lo até a chegada da Polícia Militar, mas o suspeito deixou a sinagoga antes da chegada da viatura. Medidas cautelares Em junho, a Justiça negou o pedido de prisão preventiva apresentado pela vítima, mas determinou medidas cautelares contra Ivo Vel Kos e sua companheira, Giullia Melo Falcão Vel Kos. A decisão proibiu os dois de frequentarem os mesmos locais que a vítima e seus familiares, de se aproximarem a menos de 500 metros deles e de fazer qualquer tipo de contato, inclusive por redes sociais ou por intermédio de terceiros. Ao conceder as medidas, a juíza afirmou haver indícios suficientes da prática dos crimes de ameaça e perseguição e considerou necessário proteger a integridade física e psicológica da vítima e de seus familiares. Prisão por violência doméstica No sábado (15), Ivo Vel Kos foi preso em flagrante por violência doméstica após ser acusado pela mulher, Giulia Melo Falcão Vel Kos, de agressões físicas e ameaças em uma residência em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo. Segundo a SSP, a prisão foi convertida em preventiva após audiência de custódia. A vítima relatou ao g1 que foi agredida dentro de um carro e também na residência do casal, além de ter sido ameaçada com uma arma de choque. O empresário nega as acusações. O que diz a defesa No caso da violência doméstica, o advogado Davi Gebara afirmou ao g1 que, "em respeito a ambas as famílias, a defesa não vai se manifestar no momento". O g1 procurou o advogado para comentar o caso da sinagoga e aguarda retorno.
Empresário preso por agredir mulher em SP é investigado por ameaçar e atacar homem em sinagoga
Guia Modelo Escrito em 17/08/2026
empresário Ivo Vel Kos, de 48 anos, foi preso em flagrante por violência doméstica por agredir e ameaçar a mulher, Giulia Melo Falcão Vel Kos, de 27 anos, Reprodução/Instagram O empresário Ivo Vel Kos, preso preventivamente no sábado (15) por suspeita de agredir e ameaçar a mulher em São Paulo, também é investigado pela Polícia Civil por ameaçar e atacar um homem dentro de uma sinagoga na Zona Oeste da capital. O caso é apurado em inquérito instaurado pelo 15º Distrito Policial, no Itaim Bibi. No sábado, Giulia Melo Falcão Vel Kos, de 27 anos, relatou que o marido a agrediu com socos, um taco de beisebol e usou arma de choque para ameaçá-la (leia mais abaixo). Segundo a investigação do caso da sinagoga, o homem relatou ter sido ameaçado de morte e agredido por Ivo Vel Kos durante uma cerimônia religiosa realizada em 28 de maio na sinagoga Beit Chabad Itaim, na Avenida Europa, no Jardim Europa. De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima afirmou que estava orando no local quando teve o cabelo puxado por trás e sofreu uma tentativa de cabeçada. Em seguida, segundo seu relato à polícia, ouviu o empresário dizer: 'Estou com uma faca, eu vou te matar'. O homem afirmou que o suspeito exibia a arma de forma encoberta sob o paletó. Ainda conforme o registro policial, após ser retirado da área principal da sinagoga, Ivo Vel Kos voltou a abordar a vítima portando um martelo. O homem relatou ter levado um chute na barriga e que o empresário tentou golpeá-lo no rosto com a ferramenta, sendo contido por frequentadores do local. A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar os crimes de lesão corporal, ameaça e perseguição. Segundo o delegado responsável pelo caso, a suspeita é de que o empresário també tenha enviado posteriormente um áudio ameaçador ao pai da vítima. Dentista relata agressões de marido em SP Testemunhas confirmam agressões Nos depoimentos colhidos pela polícia, testemunhas relataram ter presenciado parte das agressões. Uma delas afirmou que estava sentada logo atrás da vítima durante a cerimônia religiosa quando viu Ivo Vel Kos puxar o cabelo da vítima, desferir cabeçadas e fazer ameaças. A testemunha disse acreditar que a ação foi premeditada, porque não houve discussão prévia entre os dois. Outro frequentador da sinagoga relatou que ouviu a vítima dizer que havia sido ameaçada de morte e contou ter presenciado um novo ataque. Segundo ele, o empresário estava "visivelmente transtornado", portava um martelo e continuava afirmando que mataria o homem. O grupo que estava no local conseguiu contê-lo até a chegada da Polícia Militar, mas o suspeito deixou a sinagoga antes da chegada da viatura. Medidas cautelares Em junho, a Justiça negou o pedido de prisão preventiva apresentado pela vítima, mas determinou medidas cautelares contra Ivo Vel Kos e sua companheira, Giullia Melo Falcão Vel Kos. A decisão proibiu os dois de frequentarem os mesmos locais que a vítima e seus familiares, de se aproximarem a menos de 500 metros deles e de fazer qualquer tipo de contato, inclusive por redes sociais ou por intermédio de terceiros. Ao conceder as medidas, a juíza afirmou haver indícios suficientes da prática dos crimes de ameaça e perseguição e considerou necessário proteger a integridade física e psicológica da vítima e de seus familiares. Prisão por violência doméstica No sábado (15), Ivo Vel Kos foi preso em flagrante por violência doméstica após ser acusado pela mulher, Giulia Melo Falcão Vel Kos, de agressões físicas e ameaças em uma residência em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo. Segundo a SSP, a prisão foi convertida em preventiva após audiência de custódia. A vítima relatou ao g1 que foi agredida dentro de um carro e também na residência do casal, além de ter sido ameaçada com uma arma de choque. O empresário nega as acusações. O que diz a defesa No caso da violência doméstica, o advogado Davi Gebara afirmou ao g1 que, "em respeito a ambas as famílias, a defesa não vai se manifestar no momento". O g1 procurou o advogado para comentar o caso da sinagoga e aguarda retorno.