Mojtaba Khamenei, novo líder supremo do Irã, durante um comício em Teerã, Irã, em 31 de maio de 2019 Hamid Forootan/ISNA/WANA via Reuters Uma nova mensagem publicada nesta sexta-feira (20) nas redes sociais do novo líder supremo do Irã, o aiatolá Mojtaba Khamenei, afirma que o regime dos aiatolás não será abalado pelas mortes recentes a membros do alto escalão. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A mensagem foi atribuída pela mídia estatal a Khamenei, que ainda não apareceu em público desde que foi escolhido o novo líder supremo do país. "A terceira guerra imposta foi travada com a ilusão de que, se o chefe do regime e algumas figuras militares influentes fossem martirizados, isso criaria medo e desespero em nosso amado povo, fazendo com que vocês abandonassem o campo de batalha e, dessa forma, o sonho de dominar o Irã e depois dividi-lo seria realizado", diz o comunicado. A nota foi emitida por conta do ano novo persa, uma das principais festividade do Irã, celebrando nesta sexta-feira (20). O comunicado afirma também ver "sinais de impotência" no governo dos Estados Unidos. Khamenei alegou ainda, na publicação atribuída a ele, que seu país não foi responsável por ataques recentes registrados na Turquia e em Omã e acusou Israel. "Os ataques ocorridos na Turquia e em Omã, países que mantêm boas relações conosco, não foram de forma alguma perpetrados pelas forças armadas iranianas ou pelas forças da Frente de Resistência. Essa é uma tática do inimigo sionista, que usa a estratégia da falsa bandeira para criar divisão entre os países vizinhos, e isso também pode acontecer em outros países", afirmou a nota. Mais cedo, um outro comunicado também atribuído a Khamenei endereçado ao presidente do Irã , Masoud Pezeshkian, pedia que o regime iraniano mirasse seus inimigos, em indicação que Teerã seguirá na guerra. 👉 Khamenei não é visto desde que foi nomeado para liderar o país, sucedendo seu pai, o aiatolá Ali Khamenei, de 86 anos, que foi morto em um ataque aéreo israelense no primeiro dia da guerra, em 28 de fevereiro. A guerra entre os EUA, Israel e o Irã entrou no 21º dia nesta sexta-feira com bombardeios iranianos a estruturas de produção de gás natural no Oriente Médio que se somaram aos ataques a refinarias de petróleo. Irã contra-ataca e intensifica ataques a instalações de energia no Golfo Pérsico LEIA TAMBÉM: Como a guerra no Irã quebrou a imagem de segurança de locais do Golfo como Dubai e Catar — e o que isso está custando Marinheiro revela posição de porta-aviões francês ao deixar app de exercícios físicos ligado, diz jornal 'Estado 51, alguém?': após mirar Canadá, Groenlândia e Cuba, Trump sugere dar à Venezuela status de estado dos EUA
Nova mensagem de líder supremo do Irã diz que matar alto escalão não acabará com regime dos aiatolás
Guia Modelo Escrito em 20/03/2026
Mojtaba Khamenei, novo líder supremo do Irã, durante um comício em Teerã, Irã, em 31 de maio de 2019 Hamid Forootan/ISNA/WANA via Reuters Uma nova mensagem publicada nesta sexta-feira (20) nas redes sociais do novo líder supremo do Irã, o aiatolá Mojtaba Khamenei, afirma que o regime dos aiatolás não será abalado pelas mortes recentes a membros do alto escalão. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A mensagem foi atribuída pela mídia estatal a Khamenei, que ainda não apareceu em público desde que foi escolhido o novo líder supremo do país. "A terceira guerra imposta foi travada com a ilusão de que, se o chefe do regime e algumas figuras militares influentes fossem martirizados, isso criaria medo e desespero em nosso amado povo, fazendo com que vocês abandonassem o campo de batalha e, dessa forma, o sonho de dominar o Irã e depois dividi-lo seria realizado", diz o comunicado. A nota foi emitida por conta do ano novo persa, uma das principais festividade do Irã, celebrando nesta sexta-feira (20). O comunicado afirma também ver "sinais de impotência" no governo dos Estados Unidos. Khamenei alegou ainda, na publicação atribuída a ele, que seu país não foi responsável por ataques recentes registrados na Turquia e em Omã e acusou Israel. "Os ataques ocorridos na Turquia e em Omã, países que mantêm boas relações conosco, não foram de forma alguma perpetrados pelas forças armadas iranianas ou pelas forças da Frente de Resistência. Essa é uma tática do inimigo sionista, que usa a estratégia da falsa bandeira para criar divisão entre os países vizinhos, e isso também pode acontecer em outros países", afirmou a nota. Mais cedo, um outro comunicado também atribuído a Khamenei endereçado ao presidente do Irã , Masoud Pezeshkian, pedia que o regime iraniano mirasse seus inimigos, em indicação que Teerã seguirá na guerra. 👉 Khamenei não é visto desde que foi nomeado para liderar o país, sucedendo seu pai, o aiatolá Ali Khamenei, de 86 anos, que foi morto em um ataque aéreo israelense no primeiro dia da guerra, em 28 de fevereiro. A guerra entre os EUA, Israel e o Irã entrou no 21º dia nesta sexta-feira com bombardeios iranianos a estruturas de produção de gás natural no Oriente Médio que se somaram aos ataques a refinarias de petróleo. Irã contra-ataca e intensifica ataques a instalações de energia no Golfo Pérsico LEIA TAMBÉM: Como a guerra no Irã quebrou a imagem de segurança de locais do Golfo como Dubai e Catar — e o que isso está custando Marinheiro revela posição de porta-aviões francês ao deixar app de exercícios físicos ligado, diz jornal 'Estado 51, alguém?': após mirar Canadá, Groenlândia e Cuba, Trump sugere dar à Venezuela status de estado dos EUA

