Pesquisadores da UFMA lançam documentário sobre a história de comunidades do Itaqui-Bacanga Divulgação/UFMA A história, a cultura e as transformações urbanas da região Itaqui-Bacanga, em São Luís, ganharam um novo registro. Foi lançado nesta segunda-feira (15), no auditório da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), o documentário “Da Barragem pra Cá”. O documentário, que tem cerca de 30 minutos, ficará disponível no canal oficial do Lepeng-UFMA no YouTube. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp A produção é fruto de dois anos de pesquisas do Laboratório de Extensão, Pesquisa e Ensino de Geografia (Lepeng) da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), em parceria com o Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (Iema). A obra integra o projeto de extensão “Aportando nas Águas da Memória”, financiado pela Emap e pela Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapema), com o objetivo de preservar a história das comunidades no entorno do Porto do Itaqui, área tradicionalmente associada apenas à atividade econômica. Segundo o coordenador do projeto e professor de Geografia da UFMA, Ronaldo Sodré, a equipe realizou mais de 20 entrevistas nos bairros nos últimos dois anos. “O objetivo foi buscar revelar histórias para além dos aspectos econômicos. A região é também um grande celeiro cultural, social, político e ambiental, não só para São Luís, mas para todo o Maranhão”, ressaltou. O morador Raimundo Penha, que vive no Bacanga há quase cinco décadas, participou do filme e destacou a importância da iniciativa. “É um registro importante para mostrar a nossa realidade. Falamos sobre a vivência no Bacanga ao longo do tempo, destacando o desenvolvimento, as carências da região e a importância do porto na geração de empregos”, relatou. Agora no g1 Para a mestranda em Geografia da UFMA, Amanda Acruchi, a experiência foi rica do ponto de vista acadêmico e pessoal. "Conhecer a história da área pelo olhar de quem ajudou a construir essa ‘cidade’ dentro de uma grande cidade foi fantástico", afirmou a estudante. O projeto é apontado como um exemplo de como a união entre universidades, órgãos de fomento e empresas pode gerar impacto social. Durante o evento, os pesquisadores da UFMA também lançaram o livro “Mudanças climáticas globais: Riscos e perspectivas no Porto do Itaqui”. Na ocasião, também foi anunciado o quarto edital da Fapema em parceria com a Emap, voltado para apoiar novos projetos de pesquisa no porto. As regras estão disponíveis no site da fundação.
Pesquisadores da UFMA lançam documentário sobre a história de moradores do Itaqui-Bacanga
Guia Modelo Escrito em 17/06/2026
Pesquisadores da UFMA lançam documentário sobre a história de comunidades do Itaqui-Bacanga Divulgação/UFMA A história, a cultura e as transformações urbanas da região Itaqui-Bacanga, em São Luís, ganharam um novo registro. Foi lançado nesta segunda-feira (15), no auditório da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), o documentário “Da Barragem pra Cá”. O documentário, que tem cerca de 30 minutos, ficará disponível no canal oficial do Lepeng-UFMA no YouTube. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp A produção é fruto de dois anos de pesquisas do Laboratório de Extensão, Pesquisa e Ensino de Geografia (Lepeng) da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), em parceria com o Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (Iema). A obra integra o projeto de extensão “Aportando nas Águas da Memória”, financiado pela Emap e pela Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapema), com o objetivo de preservar a história das comunidades no entorno do Porto do Itaqui, área tradicionalmente associada apenas à atividade econômica. Segundo o coordenador do projeto e professor de Geografia da UFMA, Ronaldo Sodré, a equipe realizou mais de 20 entrevistas nos bairros nos últimos dois anos. “O objetivo foi buscar revelar histórias para além dos aspectos econômicos. A região é também um grande celeiro cultural, social, político e ambiental, não só para São Luís, mas para todo o Maranhão”, ressaltou. O morador Raimundo Penha, que vive no Bacanga há quase cinco décadas, participou do filme e destacou a importância da iniciativa. “É um registro importante para mostrar a nossa realidade. Falamos sobre a vivência no Bacanga ao longo do tempo, destacando o desenvolvimento, as carências da região e a importância do porto na geração de empregos”, relatou. Agora no g1 Para a mestranda em Geografia da UFMA, Amanda Acruchi, a experiência foi rica do ponto de vista acadêmico e pessoal. "Conhecer a história da área pelo olhar de quem ajudou a construir essa ‘cidade’ dentro de uma grande cidade foi fantástico", afirmou a estudante. O projeto é apontado como um exemplo de como a união entre universidades, órgãos de fomento e empresas pode gerar impacto social. Durante o evento, os pesquisadores da UFMA também lançaram o livro “Mudanças climáticas globais: Riscos e perspectivas no Porto do Itaqui”. Na ocasião, também foi anunciado o quarto edital da Fapema em parceria com a Emap, voltado para apoiar novos projetos de pesquisa no porto. As regras estão disponíveis no site da fundação.

