Atleta mineira morre durante competição de ciclismo de ultradistância entre SP e MG A morte da ciclista de ultradistância Eliana Tamietti, de 48 anos, durante uma prova do Bikingman Brasil na região de Piranguçu, no Sul de Minas, gerou comoção no meio esportivo neste fim de semana. A atleta participava de uma competição de 555 quilômetros quando sofreu uma queda na madrugada de sábado (9). 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram A seguir, veja o que se sabe e o que ainda precisa ser esclarecido sobre o caso: Quem era Eliana Tamietti? Onde aconteceu o acidente? O que aconteceu com a atleta? A atleta chegou a ser levada ao hospital? Como foi o trajeto de Eliana antes do acidente? O que diz a Polícia Civil? O que já foi descartado na investigação? O que ainda falta esclarecer? Quem era Eliana Tamietti? Conhecida no meio esportivo como “Lili”, Eliana era atleta experiente em provas de ultradistância e gravel, modalidade disputada em bicicletas adaptadas para asfalto e terra. Mineira de Belo Horizonte, ela já havia participado de outras edições do Bikingman em 2024, 2025 e 2026. Em 2025, completou a prova internacional Across Andes, com 857 quilômetros de percurso. Ela também acumulava títulos no ciclismo mineiro, como o vice-campeonato estadual de contra-relógio individual em 2023 e o bicampeonato dos 300 km do Caminhos de Rosa, em 2023 e 2024. Quem era Eliana Tamietti, ciclista que morreu durante prova entre SP e MG Redes sociais Leia também: 'Ela queria sempre se superar': quem era Eliana Tamietti, ciclista que morreu durante prova Atleta mineira morre durante competição de ciclismo de ultradistância entre SP e MG Onde foi o acidente? O acidente foi na região de Piranguçu, no Sul de Minas, durante um trecho de estrada de terra da prova Bikingman Brasil. Segundo a organização, o percurso tinha saída e chegada em São José dos Campos (SP) e passava por cidades de Minas Gerais e São Paulo, incluindo trechos da Serra da Mantiqueira e do Caminho da Fé. Pouco antes do acidente, Eliana havia atravessado um dos pontos mais difíceis da competição, na Serra de Luminosa. O que aconteceu com a atleta? Segundo o diretor da prova, Vinícius Martins, Eliana sofreu uma queda após um possível mal súbito enquanto pedalava. De acordo com ele, a atleta seguia acompanhada de outros três ciclistas. O grupo havia feito uma breve parada e, segundos depois de Eliana seguir pedalando sozinha, ocorreu o acidente. “Ela teve um mal súbito, não se sabe exatamente o que foi. Ela estava em cima da bicicleta e bateu no barranco”, afirmou o diretor da prova. O socorro foi acionado imediatamente pelos outros participantes. Ciclista incentivava outras pessoas no meio esportivo Redes sociais A atleta chegou a ser levada ao hospital? Não. Segundo a organização do evento, equipes do Samu, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Polícia Civil foram mobilizadas, mas o óbito foi constatado ainda no local. “O socorro chegou e já foi constatado o óbito. Não houve transferência”, disse Vinícius Martins. Como foi o trajeto de Eliana antes do acidente? Infográfico - último percurso registrado da ciclista que morreu em prova de ultradistância. Arte/g1 O rastreamento por GPS da prova mostrou os últimos deslocamentos de Eliana: 8 de maio, 5h: largada em São José dos Campos (SP); 8 de maio, 12h: chegada à região de Monte Verde após percorrer 93,4 km; 8 de maio, 18h: passagem por Gonçalves (MG), com 148,4 km percorridos; 9 de maio, 2h23: chegada ao ponto mais alto da prova, em São Bento do Sapucaí (SP), a 1.809 metros de altitude; 9 de maio, 4h27: horário que coincide com o acionamento do socorro, após 219,8 km percorridos. Após o atendimento, o rastreamento passou a registrar apenas movimentações relacionadas ao resgate e à remoção do corpo. O que diz a Polícia Civil? A Polícia Civil de Minas Gerais informou que realizou perícia no local da morte. O corpo de Eliana foi encaminhado ao Posto Médico-Legal para exames de necropsia, e a corporação aguarda a conclusão do laudo pericial para confirmar as circunstâncias e a causa da morte. O que já foi descartado na investigação? Segundo o diretor da prova, a perícia descartou falhas mecânicas na bicicleta e problemas nas condições da estrada como causas do acidente. “A bicicleta não tinha nenhum problema. Foi tudo periciado. Não foi a estrada, não foi a bicicleta”, afirmou. O que ainda falta esclarecer? A principal dúvida é o que causou a morte da atleta. Até o momento, não é possível afirmar se Eliana sofreu um problema de saúde antes da queda ou se morreu em decorrência dos traumas provocados pelo acidente. Segundo a organização, o registro preliminar aponta “mal súbito, queda e morte”, mas a causa oficial depende do laudo da necropsia. Eliana Tamietti colecionou conquistas importantes no ciclismo Redes sociais Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas
Morte de ciclista durante prova entre SP e MG: o que se sabe e o que falta saber
Guia Modelo Escrito em 11/05/2026
Atleta mineira morre durante competição de ciclismo de ultradistância entre SP e MG A morte da ciclista de ultradistância Eliana Tamietti, de 48 anos, durante uma prova do Bikingman Brasil na região de Piranguçu, no Sul de Minas, gerou comoção no meio esportivo neste fim de semana. A atleta participava de uma competição de 555 quilômetros quando sofreu uma queda na madrugada de sábado (9). 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram A seguir, veja o que se sabe e o que ainda precisa ser esclarecido sobre o caso: Quem era Eliana Tamietti? Onde aconteceu o acidente? O que aconteceu com a atleta? A atleta chegou a ser levada ao hospital? Como foi o trajeto de Eliana antes do acidente? O que diz a Polícia Civil? O que já foi descartado na investigação? O que ainda falta esclarecer? Quem era Eliana Tamietti? Conhecida no meio esportivo como “Lili”, Eliana era atleta experiente em provas de ultradistância e gravel, modalidade disputada em bicicletas adaptadas para asfalto e terra. Mineira de Belo Horizonte, ela já havia participado de outras edições do Bikingman em 2024, 2025 e 2026. Em 2025, completou a prova internacional Across Andes, com 857 quilômetros de percurso. Ela também acumulava títulos no ciclismo mineiro, como o vice-campeonato estadual de contra-relógio individual em 2023 e o bicampeonato dos 300 km do Caminhos de Rosa, em 2023 e 2024. Quem era Eliana Tamietti, ciclista que morreu durante prova entre SP e MG Redes sociais Leia também: 'Ela queria sempre se superar': quem era Eliana Tamietti, ciclista que morreu durante prova Atleta mineira morre durante competição de ciclismo de ultradistância entre SP e MG Onde foi o acidente? O acidente foi na região de Piranguçu, no Sul de Minas, durante um trecho de estrada de terra da prova Bikingman Brasil. Segundo a organização, o percurso tinha saída e chegada em São José dos Campos (SP) e passava por cidades de Minas Gerais e São Paulo, incluindo trechos da Serra da Mantiqueira e do Caminho da Fé. Pouco antes do acidente, Eliana havia atravessado um dos pontos mais difíceis da competição, na Serra de Luminosa. O que aconteceu com a atleta? Segundo o diretor da prova, Vinícius Martins, Eliana sofreu uma queda após um possível mal súbito enquanto pedalava. De acordo com ele, a atleta seguia acompanhada de outros três ciclistas. O grupo havia feito uma breve parada e, segundos depois de Eliana seguir pedalando sozinha, ocorreu o acidente. “Ela teve um mal súbito, não se sabe exatamente o que foi. Ela estava em cima da bicicleta e bateu no barranco”, afirmou o diretor da prova. O socorro foi acionado imediatamente pelos outros participantes. Ciclista incentivava outras pessoas no meio esportivo Redes sociais A atleta chegou a ser levada ao hospital? Não. Segundo a organização do evento, equipes do Samu, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Polícia Civil foram mobilizadas, mas o óbito foi constatado ainda no local. “O socorro chegou e já foi constatado o óbito. Não houve transferência”, disse Vinícius Martins. Como foi o trajeto de Eliana antes do acidente? Infográfico - último percurso registrado da ciclista que morreu em prova de ultradistância. Arte/g1 O rastreamento por GPS da prova mostrou os últimos deslocamentos de Eliana: 8 de maio, 5h: largada em São José dos Campos (SP); 8 de maio, 12h: chegada à região de Monte Verde após percorrer 93,4 km; 8 de maio, 18h: passagem por Gonçalves (MG), com 148,4 km percorridos; 9 de maio, 2h23: chegada ao ponto mais alto da prova, em São Bento do Sapucaí (SP), a 1.809 metros de altitude; 9 de maio, 4h27: horário que coincide com o acionamento do socorro, após 219,8 km percorridos. Após o atendimento, o rastreamento passou a registrar apenas movimentações relacionadas ao resgate e à remoção do corpo. O que diz a Polícia Civil? A Polícia Civil de Minas Gerais informou que realizou perícia no local da morte. O corpo de Eliana foi encaminhado ao Posto Médico-Legal para exames de necropsia, e a corporação aguarda a conclusão do laudo pericial para confirmar as circunstâncias e a causa da morte. O que já foi descartado na investigação? Segundo o diretor da prova, a perícia descartou falhas mecânicas na bicicleta e problemas nas condições da estrada como causas do acidente. “A bicicleta não tinha nenhum problema. Foi tudo periciado. Não foi a estrada, não foi a bicicleta”, afirmou. O que ainda falta esclarecer? A principal dúvida é o que causou a morte da atleta. Até o momento, não é possível afirmar se Eliana sofreu um problema de saúde antes da queda ou se morreu em decorrência dos traumas provocados pelo acidente. Segundo a organização, o registro preliminar aponta “mal súbito, queda e morte”, mas a causa oficial depende do laudo da necropsia. Eliana Tamietti colecionou conquistas importantes no ciclismo Redes sociais Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas

