Diérico Souza de Macedo, de 39 anos, é acusado de matar o próprio irmão, Milton Souza de Macedo, a facadas em Capixaba Cedida A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC) decidiu manter a prisão preventiva do agricultor Diérico Souza de Macedo, de 39 anos, acusado de matar a facadas o próprio irmão, Milton Souza de Macedo, em março de 2025, na zona rural de Capixaba, no interior do estado. Segundo a decisão, a acusação e defesa devem apresentar, no prazo de cinco dias, a lista de testemunhas que devem depor em plenário, podendo indicar até cinco pessoas cada. O g1 não conseguiu contato com a defesa do acusado. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp As partes também podem anexar documentos e solicitar diligências para o júri. Ainda não há data definida para o julgamento de Diérico. A decisão é da juíza Evelin Campos Cerqueira Bueno, da Vara Única Criminal da Comarca de Capixaba, e foi publicada na última sexta-feira (6). Veja os vídeos que estão em alta no g1 Ao reavaliar a prisão, a magistrada entendeu que não houve mudanças no processo que justifiquem a soltura do acusado e que a medida continua necessária. A juíza também destacou a gravidade do crime, já que o agricultor é acusado de ter matado o próprio irmão, além do fato de ele ter fugido após o ocorrido. Ainda de acordo com a magistrada, o processo tem provas da existência do crime e indícios suficientes de autoria, o que sustenta a prisão preventiva enquanto o caso aguarda julgamento. LEIA MAIS: Caso Paula Gomes: Acusado de assassinar ex na frente da filha tem julgamento marcado no AC 'Passei nove anos batalhando para condenar', diz mãe de adolescente após júri inocentar ex-PM do trisal Justiça mantém condenação de irmãos acusados de matar adolescente a tiros em Rio Branco Diérico já havia sido enviado a júri popular após ter a tese de legítima defesa rejeitada pelo Tribunal de Justiça. A decisão ocorreu durante sessão virtual da Câmara Criminal no dia 14 de janeiro deste ano, ao analisar um recurso apresentado pela defesa. De acordo com o magistrado, há provas da materialidade do crime e indícios suficientes de que Diérico tenha matado Milton. Ele foi denunciado por homicídio qualificado. Ainda conforme as investigações, o crime foi cometido por motivo fútil, relacionado a uma discussão familiar anterior, e com recurso que dificultou a defesa da vítima, já que Milton teria sido atacado de surpresa, enquanto estava sob efeito de álcool e em situação de vulnerabilidade. Milton Souza de Macedo, foi morto a facadas pelo próprio irmão, Diérico Souza de Macedo, de 39 anos, em Capixaba Cedida A polícia também colheu depoimentos que apontaram para uma discussão entre os irmãos, que evoluiu para agressões físicas. Testemunhas relataram que os desentendimentos entre eles eram recorrentes e sempre se intensificavam quando havia consumo de álcool. No dia do crime, Diérico afirmou que havia saído da residência para verificar uma malhadeira em um açude da propriedade e, ao retornar, encontrou o irmão ferido. No entanto, a versão passou a ser questionada à medida que as investigações avançaram, pois apontaram que Milton teria ido dormir e que, horas depois, Diérico teria retornado ao local e atingido o irmão com dez golpes de faca. O corpo de Milton foi encontrado em rigidez cadavérica. Confissão e contradições Durante um interrogatório, Diérico admitiu ter esfaqueado o irmão, mas alegou legítima defesa e afirmou que o Milton estaria armado no momento das agressões. A Polícia Civil, porém, destacou que não foram encontrados elementos no local que comprovassem a versão apresentada. Perícias também não identificaram vestígios que indicassem reação da vítima. Também estranharam o fato de Diérico não ter comparecido à delegacia quando intimado, não ter participado do velório do irmão e ter deixado a região após o crime. Já o vizinho que bebia com os irmãos, disse em depoimento que estava sob efeito de álcool. Ele dormiu no local do crime e informou que não escutou e que não presenciou o momento em que Diérico esfaqueou o irmão. Reveja os telejornais do Acre
Agricultor que matou o irmão a facadas tem prisão preventiva mantida no Acre
Guia Modelo Escrito em 09/03/2026
Diérico Souza de Macedo, de 39 anos, é acusado de matar o próprio irmão, Milton Souza de Macedo, a facadas em Capixaba Cedida A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC) decidiu manter a prisão preventiva do agricultor Diérico Souza de Macedo, de 39 anos, acusado de matar a facadas o próprio irmão, Milton Souza de Macedo, em março de 2025, na zona rural de Capixaba, no interior do estado. Segundo a decisão, a acusação e defesa devem apresentar, no prazo de cinco dias, a lista de testemunhas que devem depor em plenário, podendo indicar até cinco pessoas cada. O g1 não conseguiu contato com a defesa do acusado. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp As partes também podem anexar documentos e solicitar diligências para o júri. Ainda não há data definida para o julgamento de Diérico. A decisão é da juíza Evelin Campos Cerqueira Bueno, da Vara Única Criminal da Comarca de Capixaba, e foi publicada na última sexta-feira (6). Veja os vídeos que estão em alta no g1 Ao reavaliar a prisão, a magistrada entendeu que não houve mudanças no processo que justifiquem a soltura do acusado e que a medida continua necessária. A juíza também destacou a gravidade do crime, já que o agricultor é acusado de ter matado o próprio irmão, além do fato de ele ter fugido após o ocorrido. Ainda de acordo com a magistrada, o processo tem provas da existência do crime e indícios suficientes de autoria, o que sustenta a prisão preventiva enquanto o caso aguarda julgamento. LEIA MAIS: Caso Paula Gomes: Acusado de assassinar ex na frente da filha tem julgamento marcado no AC 'Passei nove anos batalhando para condenar', diz mãe de adolescente após júri inocentar ex-PM do trisal Justiça mantém condenação de irmãos acusados de matar adolescente a tiros em Rio Branco Diérico já havia sido enviado a júri popular após ter a tese de legítima defesa rejeitada pelo Tribunal de Justiça. A decisão ocorreu durante sessão virtual da Câmara Criminal no dia 14 de janeiro deste ano, ao analisar um recurso apresentado pela defesa. De acordo com o magistrado, há provas da materialidade do crime e indícios suficientes de que Diérico tenha matado Milton. Ele foi denunciado por homicídio qualificado. Ainda conforme as investigações, o crime foi cometido por motivo fútil, relacionado a uma discussão familiar anterior, e com recurso que dificultou a defesa da vítima, já que Milton teria sido atacado de surpresa, enquanto estava sob efeito de álcool e em situação de vulnerabilidade. Milton Souza de Macedo, foi morto a facadas pelo próprio irmão, Diérico Souza de Macedo, de 39 anos, em Capixaba Cedida A polícia também colheu depoimentos que apontaram para uma discussão entre os irmãos, que evoluiu para agressões físicas. Testemunhas relataram que os desentendimentos entre eles eram recorrentes e sempre se intensificavam quando havia consumo de álcool. No dia do crime, Diérico afirmou que havia saído da residência para verificar uma malhadeira em um açude da propriedade e, ao retornar, encontrou o irmão ferido. No entanto, a versão passou a ser questionada à medida que as investigações avançaram, pois apontaram que Milton teria ido dormir e que, horas depois, Diérico teria retornado ao local e atingido o irmão com dez golpes de faca. O corpo de Milton foi encontrado em rigidez cadavérica. Confissão e contradições Durante um interrogatório, Diérico admitiu ter esfaqueado o irmão, mas alegou legítima defesa e afirmou que o Milton estaria armado no momento das agressões. A Polícia Civil, porém, destacou que não foram encontrados elementos no local que comprovassem a versão apresentada. Perícias também não identificaram vestígios que indicassem reação da vítima. Também estranharam o fato de Diérico não ter comparecido à delegacia quando intimado, não ter participado do velório do irmão e ter deixado a região após o crime. Já o vizinho que bebia com os irmãos, disse em depoimento que estava sob efeito de álcool. Ele dormiu no local do crime e informou que não escutou e que não presenciou o momento em que Diérico esfaqueou o irmão. Reveja os telejornais do Acre

