Fazendas de confinamento no Tocantins têm capacidade para manter 65 mil animais em engorda Duas fazendas localizadas no Tocantins colocam o grupo Motta Agropecuária entre os maiores confinadores de gado do Brasil. O empreendimento tem capacidade para manter 65 mil animais confinados de forma simultânea e pretende abater aproximadamente 156 mil bovinos em 2026. As operações de confinamento do grupo são realizadas nas fazendas São Geraldo, localizada entre Caseara e Marianópolis, e Bacaba, em Miranorte. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp No ranking TOP 20 Confinadores de 2025, divulgado pela Revista DBO, a Motta Agropecuária aparece na sétima posição entre os maiores confinadores do país. Segundo a empresa, a classificação considera o conjunto das operações das duas fazendas. "Hoje nós somos, no geral, o sétimo do país. Quando você tira a modalidade boitel e vai para boi próprio, nós somos o terceiro maior do país", afirmou o diretor de Pecuária do grupo Motta Agropecuária, Thiago Amorim. A empresa prevê ampliar a produção nos próximos anos. Em 2025, foram abatidos 127 mil bovinos. Em 2026, a previsão é de 156 mil animais. O ciclo de engorda dura em torno de 110 dias, mas pode variar durante o ano. "A gente vem fazendo ramp-ups anuais. No ano passado eu abati 127 mil cabeças, este ano estou abatendo 156 mil e, no ano que vem, vou abater 165 mil. Na média das 160 mil, a gente tem capacidade de abate de até 170 mil se trabalhar full time o ano inteiro", explicou Thiago. VEJA TAMBÉM Veja o que se sabe sobre a demolição de chácaras às margens de lago no TO Henrique e Juliano relevam que começaram na música como cover de Mamonas Assassinas; VÍDEO Pequizeiro cria banco municipal e lança moeda própria para movimentar economia local Operações no Tocantins A Fazenda São Geraldo fica entre Caseara e Marianópolis, na região oeste do Tocantins. Segundo a Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec), a propriedade é o maior confinamento cadastrado no estado, considerando a capacidade informada pelo estabelecimento. A segunda unidade, a Fazenda Bacaba, está localizada em Miranorte, na região central. Segundo Thiago, atualmente, a propriedade possui a maior capacidade de confinamento. Operação integra pecuária, agricultura, fertilizantes e armazenagem de grãos Divulgação/Motta agropecuária Produção integrada A pecuária faz parte de um modelo que integra agricultura, produção de fertilizantes e armazenagem de grãos. A empresa cultiva cerca de 20 mil hectares de soja, 13 mil hectares de milho e 7 mil hectares destinados à produção de silagem e feno. Parte dos resíduos da atividade pecuária é aproveitada na produção de fertilizantes organominerais. A Motta Agropecuária possui uma área total de 51 mil hectares, dos quais 24 mil são preservados. As operações da empresa estão localizadas no Tocantins e envolvem quase 500 colaboradores. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins. Mari Silva é integrante do programa de estágio entre a Rede Anhanguera e Universidade Federal do Tocantins (UFT), sob supervisão de Patrício Reis.
Fazendas de confinamento no Tocantins têm capacidade para manter 65 mil animais em engorda
Guia Modelo Escrito em 23/08/2026
Fazendas de confinamento no Tocantins têm capacidade para manter 65 mil animais em engorda Duas fazendas localizadas no Tocantins colocam o grupo Motta Agropecuária entre os maiores confinadores de gado do Brasil. O empreendimento tem capacidade para manter 65 mil animais confinados de forma simultânea e pretende abater aproximadamente 156 mil bovinos em 2026. As operações de confinamento do grupo são realizadas nas fazendas São Geraldo, localizada entre Caseara e Marianópolis, e Bacaba, em Miranorte. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp No ranking TOP 20 Confinadores de 2025, divulgado pela Revista DBO, a Motta Agropecuária aparece na sétima posição entre os maiores confinadores do país. Segundo a empresa, a classificação considera o conjunto das operações das duas fazendas. "Hoje nós somos, no geral, o sétimo do país. Quando você tira a modalidade boitel e vai para boi próprio, nós somos o terceiro maior do país", afirmou o diretor de Pecuária do grupo Motta Agropecuária, Thiago Amorim. A empresa prevê ampliar a produção nos próximos anos. Em 2025, foram abatidos 127 mil bovinos. Em 2026, a previsão é de 156 mil animais. O ciclo de engorda dura em torno de 110 dias, mas pode variar durante o ano. "A gente vem fazendo ramp-ups anuais. No ano passado eu abati 127 mil cabeças, este ano estou abatendo 156 mil e, no ano que vem, vou abater 165 mil. Na média das 160 mil, a gente tem capacidade de abate de até 170 mil se trabalhar full time o ano inteiro", explicou Thiago. VEJA TAMBÉM Veja o que se sabe sobre a demolição de chácaras às margens de lago no TO Henrique e Juliano relevam que começaram na música como cover de Mamonas Assassinas; VÍDEO Pequizeiro cria banco municipal e lança moeda própria para movimentar economia local Operações no Tocantins A Fazenda São Geraldo fica entre Caseara e Marianópolis, na região oeste do Tocantins. Segundo a Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec), a propriedade é o maior confinamento cadastrado no estado, considerando a capacidade informada pelo estabelecimento. A segunda unidade, a Fazenda Bacaba, está localizada em Miranorte, na região central. Segundo Thiago, atualmente, a propriedade possui a maior capacidade de confinamento. Operação integra pecuária, agricultura, fertilizantes e armazenagem de grãos Divulgação/Motta agropecuária Produção integrada A pecuária faz parte de um modelo que integra agricultura, produção de fertilizantes e armazenagem de grãos. A empresa cultiva cerca de 20 mil hectares de soja, 13 mil hectares de milho e 7 mil hectares destinados à produção de silagem e feno. Parte dos resíduos da atividade pecuária é aproveitada na produção de fertilizantes organominerais. A Motta Agropecuária possui uma área total de 51 mil hectares, dos quais 24 mil são preservados. As operações da empresa estão localizadas no Tocantins e envolvem quase 500 colaboradores. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins. Mari Silva é integrante do programa de estágio entre a Rede Anhanguera e Universidade Federal do Tocantins (UFT), sob supervisão de Patrício Reis.

