Problema na impressão das questões obriga concurso para advogado a reaplicar prova A Câmara Municipal de Jardim divulgou, nesta sexta-feira (18), a nova data para aplicação da prova do concurso público para o cargo de advogado. A avaliação anterior foi anulada em agosto após a identificação de falhas na impressão das questões. O problema foi denunciado por candidatos nas redes sociais. Em vídeos publicados na internet, eles afirmaram que a alternativa correta de todas as questões apresentava falhas na tinta, o que teria permitido que os concorrentes identificassem as respostas sem precisar resolver as perguntas. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp O Instituto de Avaliação Nacional (IAN), contratado pela Câmara Municipal de Jardim para realizar o concurso público de provas e títulos destinado ao preenchimento de cargos efetivos do Poder Legislativo, reconheceu o problema. Segundo o instituto, em algumas provas para o cargo de advogado, foram identificadas falhas mecânicas no processo de impressão offset, fazendo com que as letras das alternativas apresentassem diferenças na impressão e gerassem dúvidas para quem analisasse o texto. A instituição também admitiu que o problema ocorreu em seu parque gráfico e que a falha só foi identificada após a denúncia feita por um candidato nas redes sociais. A nova prova está prevista para ser aplicada em 27 de setembro de 2026, em Jardim. Os candidatos que compareceram à primeira aplicação da prova para o cargo de advogado poderão solicitar, até 21 de setembro, a devolução do valor da inscrição. Quem optar por participar da reaplicação poderá solicitar auxílio para despesas de transporte, conforme os critérios estabelecidos pelo IAN. O auxílio é destinado a candidatos que residem fora de Jardim, a partir de 15 quilômetros de distância do município. Os valores variam de R$ 30 a R$ 250, conforme a distância da residência. Candidatos que moram em Jardim não têm direito ao benefício. As solicitações devem ser feitas exclusivamente pela Área do Candidato, no site do IAN. Os pagamentos estão previstos para ocorrer até 25 de setembro, após a conferência e a validação dos documentos e das informações apresentadas. Câmara Municipal de Jardim Divulgação Denúncias O advogado Thin Sam dos Santos, que participou da primeira aplicação da prova, afirmou que percebeu um padrão incomum durante a avaliação. Segundo ele, todas as alternativas corretas apresentavam as letras visivelmente mais apagadas do que as demais. Thin Sam decidiu testar o padrão e deixou de responder às questões de forma analítica. Em vez disso, marcou no gabarito apenas as alternativas cujas letras estavam mais apagadas nas 40 questões. “O resultado? Gabaritei a prova inteira. Quando o gabarito oficial saiu, a confirmação matemática do absurdo estava lá”, afirmou. De acordo com o advogado, denúncias formais foram protocoladas no Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), no Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE-MS) e na Delegacia de Polícia. Segundo ele, os pedidos buscam uma investigação para esclarecer as falhas ocorridas durante a impressão das provas. Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:
Prova de concurso para advogado é reaplicada após denúncias de falha na impressão
Guia Modelo Escrito em 18/09/2026
Problema na impressão das questões obriga concurso para advogado a reaplicar prova A Câmara Municipal de Jardim divulgou, nesta sexta-feira (18), a nova data para aplicação da prova do concurso público para o cargo de advogado. A avaliação anterior foi anulada em agosto após a identificação de falhas na impressão das questões. O problema foi denunciado por candidatos nas redes sociais. Em vídeos publicados na internet, eles afirmaram que a alternativa correta de todas as questões apresentava falhas na tinta, o que teria permitido que os concorrentes identificassem as respostas sem precisar resolver as perguntas. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp O Instituto de Avaliação Nacional (IAN), contratado pela Câmara Municipal de Jardim para realizar o concurso público de provas e títulos destinado ao preenchimento de cargos efetivos do Poder Legislativo, reconheceu o problema. Segundo o instituto, em algumas provas para o cargo de advogado, foram identificadas falhas mecânicas no processo de impressão offset, fazendo com que as letras das alternativas apresentassem diferenças na impressão e gerassem dúvidas para quem analisasse o texto. A instituição também admitiu que o problema ocorreu em seu parque gráfico e que a falha só foi identificada após a denúncia feita por um candidato nas redes sociais. A nova prova está prevista para ser aplicada em 27 de setembro de 2026, em Jardim. Os candidatos que compareceram à primeira aplicação da prova para o cargo de advogado poderão solicitar, até 21 de setembro, a devolução do valor da inscrição. Quem optar por participar da reaplicação poderá solicitar auxílio para despesas de transporte, conforme os critérios estabelecidos pelo IAN. O auxílio é destinado a candidatos que residem fora de Jardim, a partir de 15 quilômetros de distância do município. Os valores variam de R$ 30 a R$ 250, conforme a distância da residência. Candidatos que moram em Jardim não têm direito ao benefício. As solicitações devem ser feitas exclusivamente pela Área do Candidato, no site do IAN. Os pagamentos estão previstos para ocorrer até 25 de setembro, após a conferência e a validação dos documentos e das informações apresentadas. Câmara Municipal de Jardim Divulgação Denúncias O advogado Thin Sam dos Santos, que participou da primeira aplicação da prova, afirmou que percebeu um padrão incomum durante a avaliação. Segundo ele, todas as alternativas corretas apresentavam as letras visivelmente mais apagadas do que as demais. Thin Sam decidiu testar o padrão e deixou de responder às questões de forma analítica. Em vez disso, marcou no gabarito apenas as alternativas cujas letras estavam mais apagadas nas 40 questões. “O resultado? Gabaritei a prova inteira. Quando o gabarito oficial saiu, a confirmação matemática do absurdo estava lá”, afirmou. De acordo com o advogado, denúncias formais foram protocoladas no Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), no Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE-MS) e na Delegacia de Polícia. Segundo ele, os pedidos buscam uma investigação para esclarecer as falhas ocorridas durante a impressão das provas. Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

