Homem foi preso por manter uma casa de prostituição em Itanhaém (SP) Polícia Civil/Divulgação Um homem, de 33 anos, foi preso por manter uma casa de prostituição em Itanhaém, no litoral de São Paulo. De acordo com a Polícia Civil, seis mulheres moravam no local e eram obrigadas a repassar parte dos valores dos programas sexuais a Henrique Nascimento Feitosa, conhecido como Japa. O g1 não localizou a defesa dele até a publicação desta reportagem. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. A equipe do 2° Distrito Policial da cidade recebeu uma denúncia sobre a existência de uma boate, localizada no bairro Bopiranga. Os agentes foram até o local e surpreenderam o investigado na tarde de quinta-feira (28). Agora no g1 A corporação afirmou que o homem disse imediatamente que seis “garotas de programa” moravam no estabelecimento e que se tratava de uma pousada. Apesar disso, a versão das mulheres desmentiu a alegação de Japa. Três mulheres de 19 anos, uma de 23, uma de 26 e uma de 30 contaram aos policiais que foram convencidas pelo homem a se mudarem para Itanhaém com o intuito de se prostituírem. "[As mulheres narraram] com riqueza de detalhes o modus operandi empregado pelo suspeito a fim de obter lucro com a exploração das vítimas, uma vez que parte dos valores cobrados dos clientes [por atos sexuais] eram repassados ao investigado a título de comissão. Também foram descritas cobranças diferenciadas conforme o tipo de atendimento”, explicou a Polícia Civil, por meio de nota. Prisão A polícia destacou que o imóvel, onde funcionava a “Boate Rosa Negra”, não possuía alvará de funcionamento e era composto por sete quartos equipados para a prática de prostituição. Durante as diligências, os agentes apreenderam folhetos de divulgação da casa, inúmeras comandas de controle de faturamento, máquina de cartão e uma central multimídia destinada ao monitoramento por câmeras. 2° Distrito Policial de Itanhaém Reprodução Segundo a polícia, Japa não soube justificar a relação dos itens apreendidos com a versão de que o local funcionava apenas como uma pousada. Diante da situação, ele foi preso em flagrante e conduzido à delegacia, onde permaneceu à disposição da Justiça. O homem responderá pelos crimes de casa de prostituição, favorecimento de prostituição ou outra forma de exploração sexual e rufianismo, que consiste no aproveitamento financeiro da prostituição de outra pessoa. VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos
‘Japa’ é preso por manter casa de prostituição e cobrar comissão dos programas sexuais no litoral de SP
Guia Modelo Escrito em 30/05/2026
Homem foi preso por manter uma casa de prostituição em Itanhaém (SP) Polícia Civil/Divulgação Um homem, de 33 anos, foi preso por manter uma casa de prostituição em Itanhaém, no litoral de São Paulo. De acordo com a Polícia Civil, seis mulheres moravam no local e eram obrigadas a repassar parte dos valores dos programas sexuais a Henrique Nascimento Feitosa, conhecido como Japa. O g1 não localizou a defesa dele até a publicação desta reportagem. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. A equipe do 2° Distrito Policial da cidade recebeu uma denúncia sobre a existência de uma boate, localizada no bairro Bopiranga. Os agentes foram até o local e surpreenderam o investigado na tarde de quinta-feira (28). Agora no g1 A corporação afirmou que o homem disse imediatamente que seis “garotas de programa” moravam no estabelecimento e que se tratava de uma pousada. Apesar disso, a versão das mulheres desmentiu a alegação de Japa. Três mulheres de 19 anos, uma de 23, uma de 26 e uma de 30 contaram aos policiais que foram convencidas pelo homem a se mudarem para Itanhaém com o intuito de se prostituírem. "[As mulheres narraram] com riqueza de detalhes o modus operandi empregado pelo suspeito a fim de obter lucro com a exploração das vítimas, uma vez que parte dos valores cobrados dos clientes [por atos sexuais] eram repassados ao investigado a título de comissão. Também foram descritas cobranças diferenciadas conforme o tipo de atendimento”, explicou a Polícia Civil, por meio de nota. Prisão A polícia destacou que o imóvel, onde funcionava a “Boate Rosa Negra”, não possuía alvará de funcionamento e era composto por sete quartos equipados para a prática de prostituição. Durante as diligências, os agentes apreenderam folhetos de divulgação da casa, inúmeras comandas de controle de faturamento, máquina de cartão e uma central multimídia destinada ao monitoramento por câmeras. 2° Distrito Policial de Itanhaém Reprodução Segundo a polícia, Japa não soube justificar a relação dos itens apreendidos com a versão de que o local funcionava apenas como uma pousada. Diante da situação, ele foi preso em flagrante e conduzido à delegacia, onde permaneceu à disposição da Justiça. O homem responderá pelos crimes de casa de prostituição, favorecimento de prostituição ou outra forma de exploração sexual e rufianismo, que consiste no aproveitamento financeiro da prostituição de outra pessoa. VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos

