Banco Central decreta liquidação do Banco Pleno, controlado por ex-sócio de Daniel Vorcaro Ainda na saga do Master, o Banco Central (BC) liquidou nesta quarta-feira (18) o Banco Pleno, que utiliza a marca Credcesta, de Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro. Segundo o Banco Central, a liquidação do Banco Pleno foi adotada após o agravamento da situação econômico-financeira da instituição, que passou a ter dificuldade para pagar suas obrigações no dia a dia. O órgão também apontou descumprimento de normas e de determinações da própria autoridade reguladora. Augusto Lima é banqueiro e ligado a petistas da Bahia, como o ministro Rui Costa (Casa Civil) e o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA). O crescimento do Master começou com a união entre ele e Daniel Vorcaro. Em meados de 2025, já no meio da mais grave crise envolvendo o Banco Master, os dois decidiram romper a sociedade. Augusto Lima ficou com o Banco Pleno, que tem como origem o cartão de crédito consignado Credcesta, de uma rede estatal de supermercados da Bahia. Polícia Federal abre inquérito para investigar grupo Fictor, que tentou comprar o Banco Master Jornal Nacional/ Reprodução Consignado de servidores Augusto Lima comprou a rede de supermercados e levou junto o crédito consignado de servidores do governo da Bahia, o filé do negócio. O financiamento bancava a compra parcelada de servidores do estado nos supermercados. Foi Augusto Lima que fez os contatos com Ricardo Lewandowski para contratá-lo como consultor jurídico do Banco Master, com a ajuda do líder do governo Jaques Wagner. Ele esteve também na reunião de Daniel Vorcaro com o presidente Lula no final de 2024. Além do Banco Pleno, o BC liquidou também a Pleno DTVM. A liquidação vai aumentar o prejuízo do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que banca depósitos e aplicações em CDBs no valor de até R$ 250 milhões. Segundo o FGC, o banco Pleno tem 160 mil credores com R$ 4,9 bilhões a receber em garantias.
Banco Pleno era de banqueiro ligado a petistas da Bahia
Guia Modelo Escrito em 18/02/2026
Banco Central decreta liquidação do Banco Pleno, controlado por ex-sócio de Daniel Vorcaro Ainda na saga do Master, o Banco Central (BC) liquidou nesta quarta-feira (18) o Banco Pleno, que utiliza a marca Credcesta, de Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro. Segundo o Banco Central, a liquidação do Banco Pleno foi adotada após o agravamento da situação econômico-financeira da instituição, que passou a ter dificuldade para pagar suas obrigações no dia a dia. O órgão também apontou descumprimento de normas e de determinações da própria autoridade reguladora. Augusto Lima é banqueiro e ligado a petistas da Bahia, como o ministro Rui Costa (Casa Civil) e o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA). O crescimento do Master começou com a união entre ele e Daniel Vorcaro. Em meados de 2025, já no meio da mais grave crise envolvendo o Banco Master, os dois decidiram romper a sociedade. Augusto Lima ficou com o Banco Pleno, que tem como origem o cartão de crédito consignado Credcesta, de uma rede estatal de supermercados da Bahia. Polícia Federal abre inquérito para investigar grupo Fictor, que tentou comprar o Banco Master Jornal Nacional/ Reprodução Consignado de servidores Augusto Lima comprou a rede de supermercados e levou junto o crédito consignado de servidores do governo da Bahia, o filé do negócio. O financiamento bancava a compra parcelada de servidores do estado nos supermercados. Foi Augusto Lima que fez os contatos com Ricardo Lewandowski para contratá-lo como consultor jurídico do Banco Master, com a ajuda do líder do governo Jaques Wagner. Ele esteve também na reunião de Daniel Vorcaro com o presidente Lula no final de 2024. Além do Banco Pleno, o BC liquidou também a Pleno DTVM. A liquidação vai aumentar o prejuízo do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que banca depósitos e aplicações em CDBs no valor de até R$ 250 milhões. Segundo o FGC, o banco Pleno tem 160 mil credores com R$ 4,9 bilhões a receber em garantias.

