Bicicletas elétricas ganham espaço como alternativa de transporte em Itaperuna

Guia Modelo Escrito em 31/01/2026


Uso de bicicletas elétricas cresce e muda a dinâmica do trânsito em Itaperuna As bicicletas elétricas têm se tornado cada vez mais comuns nas ruas de Itaperuna, no Noroeste Fluminense. O que antes era visto principalmente como opção de lazer, hoje se consolida como uma alternativa de transporte para o dia a dia, utilizada por moradores para ir ao trabalho, estudar ou se deslocar pela cidade. Usuários apontam a praticidade e a economia como os principais motivos para a adesão às chamadas e-bikes. Com motor elétrico e pedal assistido, os veículos permitem deslocamentos mais rápidos e com menor esforço físico, principalmente em trajetos urbanos. O crescimento do uso também se reflete nas vendas. Em uma das franquias especializadas da cidade, o número de bicicletas elétricas comercializadas em 2025 foi mais de 70% superior ao registrado em 2024. Segundo comerciantes do setor, a procura aumentou impulsionada pela redução de custos com transporte e pela facilidade no uso diário. 📱 Siga o canal do g1 Norte Fluminense no WhatsApp. Bicicletas elétricas tem aumento significativo no trânsito em Itaperuna Diego Varsi/g1 Com a popularização das e-bikes, surgem dúvidas sobre as regras de circulação. De acordo com o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), há diferenças entre bicicletas elétricas e ciclomotores, e cada tipo de veículo segue normas específicas. Atualmente, podem circular em ciclovias as bicicletas elétricas e os veículos autopropelidos com potência de até mil watts e velocidade máxima de até 32 quilômetros por hora. Nas calçadas, a circulação é permitida apenas em velocidade reduzida, de até seis quilômetros por hora. Já em ciclovias e ciclofaixas, o limite estabelecido é de até 20 quilômetros por hora, visando a segurança de pedestres e ciclistas. Outra dúvida frequente é sobre a necessidade de emplacamento. Conforme a Resolução 996 do Contran, modelos com potência de até mil watts, velocidade máxima de até 32 quilômetros por hora e distância entre eixos de até um metro e trinta centímetros não precisam de emplacamento. Já os veículos que ultrapassam esses limites passam a ser classificados como ciclomotores e exigem emplacamento e Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Autoridades de trânsito reforçam que o uso consciente é fundamental para a segurança. A recomendação é utilizar capacete, respeitar os limites de velocidade e seguir as regras de circulação, para garantir que a mobilidade elétrica continue sendo uma alternativa segura e positiva no trânsito urbano.