Na reta final da Copa do Mundo As oito seleções que chegaram até aqui na Copa do Mundo jogaram cinco partidas, mas percorreram caminhos diferentes. Cada equipe que segue na Copa precisa dar conta de uma missão crucial: recuperar jogadores em pouco tempo. “Quanto mais perto das fases finais, mais descanso deveria haver. No entanto, todos teremos poucos dias de preparação”, resumiu o técnico da Argentina, Lionel Scaloni. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Das oito seleções que permanecem, a Bélgica foi a que mais gastou a sola das chuteiras. Somando todos os jogadores do time, eles percorreram 125 km em campo, 37% a mais do que a Inglaterra, que teve a menor quilometragem por partida. Números revelam os desafios de cada uma das 8 seleções que permanecem na Copa Jornal Nacional/ Reprodução Muitas vezes, o desgaste vem mais pela quantidade daqueles piques mais intensos. Os marroquinos são os que têm mais razões para se preocupar. Os atletas da única equipe africana que segue no Mundial são os que ficam mais tempo em alta velocidade. No total, eles percorreram 45 mil metros acima dos 20 km/h. Bem mais do que os jogadores da Argentina que, somados, percorreram 34 km acelerando. Outro fator importante são as viagens. Em uma Copa disputada em três países, as seleções precisaram se movimentar bastante e não existe equilíbrio quando o assunto são os deslocamentos. Espanha e Inglaterra foram os elencos que mais rodaram. Ambos ultrapassaram a barreira dos 8 mil km percorridos - quase seis vezes mais do que a França, que teve uma rotina pouco impactada por viagens prolongadas. O técnico da seleção inglesa, Thomas Tuschel, já disse que muita coisa nesta Copa não favoreceu a equipe dele, mas que foi preciso superar obstáculos na base do comprometimento. O cientista americano Luke Jenkinson estudou como viagens interferem no desempenho de jogadores e descobriu que rupturas constantes no ritmo do descanso geram problemas. “Uma sequência de viagens impacta na quantidade e qualidade do sono e também provoca questões gastrointestinais, pela mudança de horários e qualidade das refeições. A absorção de nutrientes fica comprometida”, disse o pesquisador. Luke Jenkinson fez também um alerta: “Isso afeta o que os jogadores fazem em campo e aumenta a chance de sofrerem uma lesão”. GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional LEIA TAMBÉM Copa do Mundo: veja todos os classificados para as quartas de final e quando são os jogos Messi se torna o maior artilheiro da história das Copas Cristiano Ronaldo se torna o primeiro jogador a fazer gols em 6 edições de Copa do Mundo Gigantes no gol: altura dos goleiros bate recorde e muda a Copa de 2026
Números revelam os desafios de cada uma das 8 seleções que permanecem na Copa
Guia Modelo Escrito em 09/07/2026
Na reta final da Copa do Mundo As oito seleções que chegaram até aqui na Copa do Mundo jogaram cinco partidas, mas percorreram caminhos diferentes. Cada equipe que segue na Copa precisa dar conta de uma missão crucial: recuperar jogadores em pouco tempo. “Quanto mais perto das fases finais, mais descanso deveria haver. No entanto, todos teremos poucos dias de preparação”, resumiu o técnico da Argentina, Lionel Scaloni. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Das oito seleções que permanecem, a Bélgica foi a que mais gastou a sola das chuteiras. Somando todos os jogadores do time, eles percorreram 125 km em campo, 37% a mais do que a Inglaterra, que teve a menor quilometragem por partida. Números revelam os desafios de cada uma das 8 seleções que permanecem na Copa Jornal Nacional/ Reprodução Muitas vezes, o desgaste vem mais pela quantidade daqueles piques mais intensos. Os marroquinos são os que têm mais razões para se preocupar. Os atletas da única equipe africana que segue no Mundial são os que ficam mais tempo em alta velocidade. No total, eles percorreram 45 mil metros acima dos 20 km/h. Bem mais do que os jogadores da Argentina que, somados, percorreram 34 km acelerando. Outro fator importante são as viagens. Em uma Copa disputada em três países, as seleções precisaram se movimentar bastante e não existe equilíbrio quando o assunto são os deslocamentos. Espanha e Inglaterra foram os elencos que mais rodaram. Ambos ultrapassaram a barreira dos 8 mil km percorridos - quase seis vezes mais do que a França, que teve uma rotina pouco impactada por viagens prolongadas. O técnico da seleção inglesa, Thomas Tuschel, já disse que muita coisa nesta Copa não favoreceu a equipe dele, mas que foi preciso superar obstáculos na base do comprometimento. O cientista americano Luke Jenkinson estudou como viagens interferem no desempenho de jogadores e descobriu que rupturas constantes no ritmo do descanso geram problemas. “Uma sequência de viagens impacta na quantidade e qualidade do sono e também provoca questões gastrointestinais, pela mudança de horários e qualidade das refeições. A absorção de nutrientes fica comprometida”, disse o pesquisador. Luke Jenkinson fez também um alerta: “Isso afeta o que os jogadores fazem em campo e aumenta a chance de sofrerem uma lesão”. GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional LEIA TAMBÉM Copa do Mundo: veja todos os classificados para as quartas de final e quando são os jogos Messi se torna o maior artilheiro da história das Copas Cristiano Ronaldo se torna o primeiro jogador a fazer gols em 6 edições de Copa do Mundo Gigantes no gol: altura dos goleiros bate recorde e muda a Copa de 2026

