Principal ponto turístico de Porto Alegre ainda tem marcas da enchente de 2024 Reprodução/Globo Quase 2 anos depois da enchente histórica que atingiu o Rio Grande do Sul, o principal ponto turístico de Porto Alegre ainda tem marcas da tragédia. Um cartão-postal parado no tempo. As passarelas sobre o Lago Guaíba estão interditadas há mais de seis meses. A prefeitura de Porto Alegre identificou danos causados pela enchente e bloqueou o acesso à população. Com orçamento previsto em R$ 7 milhões, a manutenção deve terminar em 2027. "A enchente afetou a cidade como um todo, 30% do território e R$ 12 bilhões de impacto de prejuízo público. A escolha foi primeiro recuperar as escolas, as unidades básicas de saúde, os equipamentos de assistência social e, naturalmente, por último, os equipamentos de lazer", afirma o secretário do Meio Ambiente, Urbanismo e Sustentabilidade de Porto Alegre, Germano Bremm. Antes da enchente de 2024, uma área de lazer dos porto-alegrenses tinha bares e restaurantes. Agora só há tapumes que protegem a população, que ainda circula por ali, da fiação elétrica que fica do lado de dentro. Na parede, as marcas da enchente, que chegou a mais de 1 metro de altura. Na área onde as pessoas resgatadas desembarcavam, sábado (21), bares e restaurantes começam a ser reformados. "Não tem dinheiro para tudo ao mesmo tempo, mas nós vamos entregar aqui nos próximos 6, 7, 8 meses; esta obra aqui vai estar pronta", diz o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo. A revitalização da orla tem custo estimado em R$ 40 milhões e reúne recursos municipais, federais e empréstimos. Na Zona Sul da cidade, os calçadões de Ipanema e do Lami estão quase prontos. No trecho destinado ao esporte, bares e restaurantes reformados em dezembro de 2025 estão reabrindo. "A gente ficou aí 1 ano e 8 meses sem entrar nenhum real, é complicado. As tomadas são mais altas, os quadros de luz são mais altos; tudo hoje fica numa altura mais elevada justamente para tentar evitar que a água chegue ali e estrague", fala o sócio-proprietário de restaurante Guilherme Sotero.
Principal ponto turístico de Porto Alegre ainda tem marcas da enchente de 2024
Guia Modelo Escrito em 22/02/2026
Principal ponto turístico de Porto Alegre ainda tem marcas da enchente de 2024 Reprodução/Globo Quase 2 anos depois da enchente histórica que atingiu o Rio Grande do Sul, o principal ponto turístico de Porto Alegre ainda tem marcas da tragédia. Um cartão-postal parado no tempo. As passarelas sobre o Lago Guaíba estão interditadas há mais de seis meses. A prefeitura de Porto Alegre identificou danos causados pela enchente e bloqueou o acesso à população. Com orçamento previsto em R$ 7 milhões, a manutenção deve terminar em 2027. "A enchente afetou a cidade como um todo, 30% do território e R$ 12 bilhões de impacto de prejuízo público. A escolha foi primeiro recuperar as escolas, as unidades básicas de saúde, os equipamentos de assistência social e, naturalmente, por último, os equipamentos de lazer", afirma o secretário do Meio Ambiente, Urbanismo e Sustentabilidade de Porto Alegre, Germano Bremm. Antes da enchente de 2024, uma área de lazer dos porto-alegrenses tinha bares e restaurantes. Agora só há tapumes que protegem a população, que ainda circula por ali, da fiação elétrica que fica do lado de dentro. Na parede, as marcas da enchente, que chegou a mais de 1 metro de altura. Na área onde as pessoas resgatadas desembarcavam, sábado (21), bares e restaurantes começam a ser reformados. "Não tem dinheiro para tudo ao mesmo tempo, mas nós vamos entregar aqui nos próximos 6, 7, 8 meses; esta obra aqui vai estar pronta", diz o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo. A revitalização da orla tem custo estimado em R$ 40 milhões e reúne recursos municipais, federais e empréstimos. Na Zona Sul da cidade, os calçadões de Ipanema e do Lami estão quase prontos. No trecho destinado ao esporte, bares e restaurantes reformados em dezembro de 2025 estão reabrindo. "A gente ficou aí 1 ano e 8 meses sem entrar nenhum real, é complicado. As tomadas são mais altas, os quadros de luz são mais altos; tudo hoje fica numa altura mais elevada justamente para tentar evitar que a água chegue ali e estrague", fala o sócio-proprietário de restaurante Guilherme Sotero.

