Reconectar, reinventar, reconfigurar, reprogramar. Todos esses verbos se aplicam ao recém-lançado The New 65: Rewiring, not Retiring – Reclaim Your Purpose, Profit, and Play (em tradução livre, Os novos 65: reconexão, não aposentadoria – recupere seu propósito, ganhos e diversão). Seu autor é Sandy Goldman, que não coleciona títulos na área de autoajuda ou coaching: “Não sou médico, planejador financeiro, nem gerontólogo”, escreve na introdução do livro. No entanto, teve que reconstruir sua identidade depois da morte da mulher, Suzzi, vítima de câncer. Tinha 65 anos e estava casado há quase quatro décadas. Sandy Goldman propõe um novo roteiro de vida depois dos 65 anos Divulgação Como muitos viúvos, Goldman se sentiu perdido com o tamanho da empreitada: de reorganizar a rotina diária a buscar um senso de propósito praticamente do zero. Foi assim que nasceu 65Nation, sua newsletter diária, que hoje alcança 100 mil leitores da geração dos baby boomers. Com mais de três décadas de experiência em marketing e construção de marcas, ele hoje se dedica a ensinar a outras pessoas alternativas para navegar pelo próximo capítulo da existência. “Passamos nossa vida adulta inteira procurando uma linha de chegada. É por isso que trabalhamos duro, economizamos, sonhando um dia parar. Mas a ideia de uma aposentadoria para não fazer nada não é o prêmio que imaginamos, porque essa construção do século XX ignora que o ser humano precisa de propósito, conexão e tarefas diárias”, afirma em seu livro de estreia. Em dez capítulos, a obra apresenta um roteiro para que ninguém caia na – como ele chama – “armadilha da aposentadoria”. Goldman relaciona “fios condutores” para uma reinvenção no envelhecimento, baseados em perguntas às vezes difíceis de responder. Quem é você quando sua carreira já não o define mais? Como se reconstruir após perder a pessoa que era o porto seguro da sua vida? Como criar propósito, conexão, segurança financeira e realização duradoura nos anos que virão? Aqui estão os cinco eixos que propõe: Identidade: o que você chamava de identidade muitas vezes derivava do seu trabalho e deixou de existir. É fundamental buscar outra forma de se ver. Renda: como é possível ampliar as possibilidades de ganhar dinheiro para que essa preocupação não se torne fonte permanente de angústia. Estrutura: você sempre soube o que uma segunda-feira significava, mas não mais. Então está na hora de arquitetar uma nova rotina. Propósito: você contribuía, resolvia problemas, era necessário – isso dava peso, densidade aos seus dias. Agora tem que elaborar um roteiro diferente para sua vida. Conexão: você pertencia a um departamento, time, comunidade. Esse contato diário parecia tão natural que nem passava pela sua cabeça vê-lo como uma fonte de prazer e um benefício. Pense que há outros grupos à sua espera. O autor apresenta os 65 anos como um momento para redesenhar a rotina diária, descobrir novas paixões e redefinir o sucesso pessoal, o que inclui manter mente e corpo afiados, abrir espaço para a diversão e conectar-se. Seu conselho: “Temos que reprogramar nossa visão do trabalho. Parar de pensar nele como um castigo, e encará-lo como uma ginástica mental. Um adulto com mais de 65 anos passa, em média, quatro horas por dia em frente à TV. Recolher-se em casa e não fazer nada vai levar ao declínio físico e cognitivo.”
Como criar um novo roteiro de vida depois dos 65 anos
Guia Modelo Escrito em 27/09/2026
Reconectar, reinventar, reconfigurar, reprogramar. Todos esses verbos se aplicam ao recém-lançado The New 65: Rewiring, not Retiring – Reclaim Your Purpose, Profit, and Play (em tradução livre, Os novos 65: reconexão, não aposentadoria – recupere seu propósito, ganhos e diversão). Seu autor é Sandy Goldman, que não coleciona títulos na área de autoajuda ou coaching: “Não sou médico, planejador financeiro, nem gerontólogo”, escreve na introdução do livro. No entanto, teve que reconstruir sua identidade depois da morte da mulher, Suzzi, vítima de câncer. Tinha 65 anos e estava casado há quase quatro décadas. Sandy Goldman propõe um novo roteiro de vida depois dos 65 anos Divulgação Como muitos viúvos, Goldman se sentiu perdido com o tamanho da empreitada: de reorganizar a rotina diária a buscar um senso de propósito praticamente do zero. Foi assim que nasceu 65Nation, sua newsletter diária, que hoje alcança 100 mil leitores da geração dos baby boomers. Com mais de três décadas de experiência em marketing e construção de marcas, ele hoje se dedica a ensinar a outras pessoas alternativas para navegar pelo próximo capítulo da existência. “Passamos nossa vida adulta inteira procurando uma linha de chegada. É por isso que trabalhamos duro, economizamos, sonhando um dia parar. Mas a ideia de uma aposentadoria para não fazer nada não é o prêmio que imaginamos, porque essa construção do século XX ignora que o ser humano precisa de propósito, conexão e tarefas diárias”, afirma em seu livro de estreia. Em dez capítulos, a obra apresenta um roteiro para que ninguém caia na – como ele chama – “armadilha da aposentadoria”. Goldman relaciona “fios condutores” para uma reinvenção no envelhecimento, baseados em perguntas às vezes difíceis de responder. Quem é você quando sua carreira já não o define mais? Como se reconstruir após perder a pessoa que era o porto seguro da sua vida? Como criar propósito, conexão, segurança financeira e realização duradoura nos anos que virão? Aqui estão os cinco eixos que propõe: Identidade: o que você chamava de identidade muitas vezes derivava do seu trabalho e deixou de existir. É fundamental buscar outra forma de se ver. Renda: como é possível ampliar as possibilidades de ganhar dinheiro para que essa preocupação não se torne fonte permanente de angústia. Estrutura: você sempre soube o que uma segunda-feira significava, mas não mais. Então está na hora de arquitetar uma nova rotina. Propósito: você contribuía, resolvia problemas, era necessário – isso dava peso, densidade aos seus dias. Agora tem que elaborar um roteiro diferente para sua vida. Conexão: você pertencia a um departamento, time, comunidade. Esse contato diário parecia tão natural que nem passava pela sua cabeça vê-lo como uma fonte de prazer e um benefício. Pense que há outros grupos à sua espera. O autor apresenta os 65 anos como um momento para redesenhar a rotina diária, descobrir novas paixões e redefinir o sucesso pessoal, o que inclui manter mente e corpo afiados, abrir espaço para a diversão e conectar-se. Seu conselho: “Temos que reprogramar nossa visão do trabalho. Parar de pensar nele como um castigo, e encará-lo como uma ginástica mental. Um adulto com mais de 65 anos passa, em média, quatro horas por dia em frente à TV. Recolher-se em casa e não fazer nada vai levar ao declínio físico e cognitivo.”

