O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, fala durante coletiva de imprensa em Istambul, no dia 22 de junho de 2025. Ozan Kose/AFP O Ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou nesta segunda-feira (2) à TV estatal que o assassinato de Ali Khamenei foi um "crime religioso" e prometeu sérias consequências, segundo a agência Reuters. A declaração foi dada dois dias após o ataque conjunto dos EUA e de Israel que matou o líder supremo do Irã no sábado (28). Abbas Araghchi também disse que os EUA traíram a diplomacia ao atacar o Irã no meio das negociações sobre armamentos nucleares. Ele ainda afirmou que, mesmo com os ataques iranianos a países vizinhos, Teerã não está em guerra com eles. Troca de ameaças Mais cedo, na mídia estatal iraniana, a Força Quds, unidade de elite do Corpo da Guarda Revolucionária do Irã, afirmou que os "inimigos que mataram" o antigo líder supremo do Irã Ali Khamenei não estarão seguros "nem mesmo em casa". A ameaça foi vinculada pouco depois do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, garantir que está confiante na vitória do país em sua ofensiva contra Teerã em discurso em Washington. A Guarda Revolucionária também anunciou que estava lançando mais uma onda de ataques com o uso de novos mísseis, e informou que atingiu o petroleiro Athen Nova com drones no Estreito de Ormuz, uma das rotas de exportação de petróleo mais importantes do mundo. Conselho interino se reúne no Irã para definir novo comandante
Ministro das Relações Exteriores do Irã diz que assassinato de Khamenei foi 'crime religioso' e promete 'sérias consequências'
Guia Modelo Escrito em 02/03/2026
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, fala durante coletiva de imprensa em Istambul, no dia 22 de junho de 2025. Ozan Kose/AFP O Ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou nesta segunda-feira (2) à TV estatal que o assassinato de Ali Khamenei foi um "crime religioso" e prometeu sérias consequências, segundo a agência Reuters. A declaração foi dada dois dias após o ataque conjunto dos EUA e de Israel que matou o líder supremo do Irã no sábado (28). Abbas Araghchi também disse que os EUA traíram a diplomacia ao atacar o Irã no meio das negociações sobre armamentos nucleares. Ele ainda afirmou que, mesmo com os ataques iranianos a países vizinhos, Teerã não está em guerra com eles. Troca de ameaças Mais cedo, na mídia estatal iraniana, a Força Quds, unidade de elite do Corpo da Guarda Revolucionária do Irã, afirmou que os "inimigos que mataram" o antigo líder supremo do Irã Ali Khamenei não estarão seguros "nem mesmo em casa". A ameaça foi vinculada pouco depois do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, garantir que está confiante na vitória do país em sua ofensiva contra Teerã em discurso em Washington. A Guarda Revolucionária também anunciou que estava lançando mais uma onda de ataques com o uso de novos mísseis, e informou que atingiu o petroleiro Athen Nova com drones no Estreito de Ormuz, uma das rotas de exportação de petróleo mais importantes do mundo. Conselho interino se reúne no Irã para definir novo comandante

