Expo Araguaçu 2026 Divulgação/Sindicato Rural de Araguaçu A Prefeitura de Araguaçu e o Sindicato Rural do município são alvos de uma ação civil pública que aponta suposta exposição de crianças e adolescentes a situações de sexualização durante um show da Expo Araguaçu 2026. Na ação, o Ministério Público do Tocantins (MPTO) alega que houve exploração de conteúdo com teor sexual envolvendo menores de idade. A apresentação citada aconteceu no último sábado (4). Segundo o MP, as crianças e os adolescentes teriam permanecido no centro do palco durante a apresentação de um DJ, realizando "coreografias de conotação sexual ao som de uma música com teor sexualmente explícito". A empresa Sam Business Ltda., que prestou serviços durante o evento, e a Meta também são alvos. A ação pede a remoção de todos os vídeos das redes sociais compartilhadas pelos perfis, e pede a condenação do município de Araguaçu, do Sindicato Rural de Araguaçu e da Sam Business Ltda ao pagamento de indenização por dano moral coletivo, em valor não inferior a R$ 100 mil. O valor deve ser revertido ao Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp A Prefeitura de Araguaçu informou que ainda não foi oficialmente intimada sobre a Ação Civil Pública e que apresentará manifestação à Justiça assim que tiver conhecimento da demanda. O município afirmou que mantém compromisso com a legalidade e com a proteção dos direitos de crianças e adolescentes. (Leia nota íntegra abaixo). O Sindicato Rural de Araguaçu informou que foi intimado da Ação Civil Pública e que o caso está sob análise da assessoria jurídica. A entidade afirmou que sempre realizou a Expo Araguaçu com responsabilidade e respeito à legislação, adotando medidas de segurança e fiscalização, e que prestará os esclarecimentos necessários no decorrer do processo. (Leia íntegra abaixo). O g1 entrou a Meta Brasil para pedir posicionamento, mas não obteve resposta até a última atualização. A reportagem tenta localizar a empresa Sam Business Ltda. e o DJ responsável pela apresentação. Agora no g1 LEIA MAIS Governo volta atrás e cancela exonerações de servidores públicos no Tocantins; entenda O que se sabe sobre a disputa judicial entre sócios da fazenda de R$ 25 milhões vendida a Alexandre Pires Segundo o promotor de Justiça Jorge José Maria Neto, responsável pela Promotoria de Justiça de Araguaçu, expor crianças e adolescentes a situações de erotização e sexualização pode violar direitos garantidos pela Constituição Federal, pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e pela chamada Lei do ECA Digital (Lei nº 15.211/2025). A Promotoria pede que o município adote medidas para proteger crianças e adolescentes em futuros eventos, evitando que menores sejam expostos a situações de sexualização. Caso a determinação não seja cumprida, poderá haver aplicação de multa. Remoção do conteúdo Caso o Facebook descumpra eventual determinação judicial de remoção imediata do conteúdo, a empresa também poderá ser condenada ao pagamento de indenização por dano moral coletivo. O MP pede ainda que o município de Araguaçu seja obrigado a adotar medidas efetivas de proteção de crianças e adolescentes nas futuras edições do evento, com a proibição da exposição de menores em contextos de sexualização, sob pena de multa. Íntegra da nota da Prefeitura de Araguaçu A Prefeitura de Araguaçu informou que, até o momento, não foi formalmente intimada sobre a Ação Civil Pública mencionada. Segundo o município, assim que tiver ciência oficial da demanda, apresentará manifestação nos autos e prestará os esclarecimentos cabíveis, conforme previsto em lei. A administração municipal afirmou ainda que mantém compromisso com a legalidade, a transparência e o respeito às instituições. Segundo a prefeitura, a gestão do prefeito é pautada pelo cumprimento da legislação e pela responsabilidade na condução dos atos administrativos. O município também declarou que trabalha para a proteção e a promoção dos direitos de crianças e adolescentes, com investimentos em áreas como educação, cultura, esporte e assistência social. A prefeitura afirmou ainda que busca fortalecer e estruturar o Conselho Tutelar para garantir as condições necessárias ao exercício das atribuições legais. Íntegra da nota do Sindicato Rural de Araguaçu O Sindicato Rural de Araguaçu informa que foi formalmente intimado da Ação Civil Pública na presente data e que o caso já se encontra sob análise de sua assessoria jurídica, que adotará todas as providências cabíveis no âmbito processual, com a devida manifestação nos autos, no momento oportuno. A entidade ressalta que, ao longo de 22 anos de realização da Expo Araguaçu, sempre conduziu o evento com seriedade, responsabilidade e estrita observância à legalidade, adotando, em todas as edições, medidas preventivas voltadas à segurança do público e à regularidade da programação. Da mesma forma, na edição de 2026, assim como nos anos anteriores, o Sindicato Rural oficiou previamente os órgãos competentes responsáveis pela segurança, fiscalização e acompanhamento do evento, inclusive o Conselho Tutelar, para que intensificasse a fiscalização durante a realização da feira. O Sindicato Rural de Araguaçu reafirma seu compromisso com a realização responsável da Expo Araguaçu, com o respeito às famílias, com a proteção integral de crianças e adolescentes e com a observância das normas legais aplicáveis, confiando no adequado esclarecimento dos fatos no curso do processo. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
MP entra com ação contra prefeitura no TO após crianças serem expostas à sexualização durante show
Guia Modelo Escrito em 08/07/2026
Expo Araguaçu 2026 Divulgação/Sindicato Rural de Araguaçu A Prefeitura de Araguaçu e o Sindicato Rural do município são alvos de uma ação civil pública que aponta suposta exposição de crianças e adolescentes a situações de sexualização durante um show da Expo Araguaçu 2026. Na ação, o Ministério Público do Tocantins (MPTO) alega que houve exploração de conteúdo com teor sexual envolvendo menores de idade. A apresentação citada aconteceu no último sábado (4). Segundo o MP, as crianças e os adolescentes teriam permanecido no centro do palco durante a apresentação de um DJ, realizando "coreografias de conotação sexual ao som de uma música com teor sexualmente explícito". A empresa Sam Business Ltda., que prestou serviços durante o evento, e a Meta também são alvos. A ação pede a remoção de todos os vídeos das redes sociais compartilhadas pelos perfis, e pede a condenação do município de Araguaçu, do Sindicato Rural de Araguaçu e da Sam Business Ltda ao pagamento de indenização por dano moral coletivo, em valor não inferior a R$ 100 mil. O valor deve ser revertido ao Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp A Prefeitura de Araguaçu informou que ainda não foi oficialmente intimada sobre a Ação Civil Pública e que apresentará manifestação à Justiça assim que tiver conhecimento da demanda. O município afirmou que mantém compromisso com a legalidade e com a proteção dos direitos de crianças e adolescentes. (Leia nota íntegra abaixo). O Sindicato Rural de Araguaçu informou que foi intimado da Ação Civil Pública e que o caso está sob análise da assessoria jurídica. A entidade afirmou que sempre realizou a Expo Araguaçu com responsabilidade e respeito à legislação, adotando medidas de segurança e fiscalização, e que prestará os esclarecimentos necessários no decorrer do processo. (Leia íntegra abaixo). O g1 entrou a Meta Brasil para pedir posicionamento, mas não obteve resposta até a última atualização. A reportagem tenta localizar a empresa Sam Business Ltda. e o DJ responsável pela apresentação. Agora no g1 LEIA MAIS Governo volta atrás e cancela exonerações de servidores públicos no Tocantins; entenda O que se sabe sobre a disputa judicial entre sócios da fazenda de R$ 25 milhões vendida a Alexandre Pires Segundo o promotor de Justiça Jorge José Maria Neto, responsável pela Promotoria de Justiça de Araguaçu, expor crianças e adolescentes a situações de erotização e sexualização pode violar direitos garantidos pela Constituição Federal, pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e pela chamada Lei do ECA Digital (Lei nº 15.211/2025). A Promotoria pede que o município adote medidas para proteger crianças e adolescentes em futuros eventos, evitando que menores sejam expostos a situações de sexualização. Caso a determinação não seja cumprida, poderá haver aplicação de multa. Remoção do conteúdo Caso o Facebook descumpra eventual determinação judicial de remoção imediata do conteúdo, a empresa também poderá ser condenada ao pagamento de indenização por dano moral coletivo. O MP pede ainda que o município de Araguaçu seja obrigado a adotar medidas efetivas de proteção de crianças e adolescentes nas futuras edições do evento, com a proibição da exposição de menores em contextos de sexualização, sob pena de multa. Íntegra da nota da Prefeitura de Araguaçu A Prefeitura de Araguaçu informou que, até o momento, não foi formalmente intimada sobre a Ação Civil Pública mencionada. Segundo o município, assim que tiver ciência oficial da demanda, apresentará manifestação nos autos e prestará os esclarecimentos cabíveis, conforme previsto em lei. A administração municipal afirmou ainda que mantém compromisso com a legalidade, a transparência e o respeito às instituições. Segundo a prefeitura, a gestão do prefeito é pautada pelo cumprimento da legislação e pela responsabilidade na condução dos atos administrativos. O município também declarou que trabalha para a proteção e a promoção dos direitos de crianças e adolescentes, com investimentos em áreas como educação, cultura, esporte e assistência social. A prefeitura afirmou ainda que busca fortalecer e estruturar o Conselho Tutelar para garantir as condições necessárias ao exercício das atribuições legais. Íntegra da nota do Sindicato Rural de Araguaçu O Sindicato Rural de Araguaçu informa que foi formalmente intimado da Ação Civil Pública na presente data e que o caso já se encontra sob análise de sua assessoria jurídica, que adotará todas as providências cabíveis no âmbito processual, com a devida manifestação nos autos, no momento oportuno. A entidade ressalta que, ao longo de 22 anos de realização da Expo Araguaçu, sempre conduziu o evento com seriedade, responsabilidade e estrita observância à legalidade, adotando, em todas as edições, medidas preventivas voltadas à segurança do público e à regularidade da programação. Da mesma forma, na edição de 2026, assim como nos anos anteriores, o Sindicato Rural oficiou previamente os órgãos competentes responsáveis pela segurança, fiscalização e acompanhamento do evento, inclusive o Conselho Tutelar, para que intensificasse a fiscalização durante a realização da feira. O Sindicato Rural de Araguaçu reafirma seu compromisso com a realização responsável da Expo Araguaçu, com o respeito às famílias, com a proteção integral de crianças e adolescentes e com a observância das normas legais aplicáveis, confiando no adequado esclarecimento dos fatos no curso do processo. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

