Escolas servem de abrigo para centenas de pessoas que perderam as casas em Juiz de Fora, em Minas Gerais. Ao longo desta quarta-feira (25), César Tralli conversou com pessoas que tiveram que deixar suas casas após os temporais. Veja depoimentos: "É uma mistura. É uma emoção a gente poder abrir a escola para poder recebê-los e uma tristeza ao mesmo tempo, porque a gente está abrindo em um momento muito difícil. Nós perdemos dois irmãos - um de 6 e outro de 7 anos. A mãe também faleceu. E uma aluna de 5 anos", conta Delba Piemonte, diretora de escola. "Eu fiquei soterrado. Eu consegui sair sozinho. Fiquei uma hora para sair do barro. Eu estava soltando a cachorra, e a cachorra morreu soterrada do meu lado", diz o pintor Tarcílio Domingues. "Foi questão de uns 20 minutos, meia hora. Eu saí de lá, desci o escadão para ir na casa da minha mãe e aí a minha casa desceu. Desceu tudo, lavando tudo. Não sobrou para a gente nada. Só a roupa do corpo. A vida é sempre um recomeço. Eu estou aqui, estou sendo muito bem acolhida. O pessoal daqui é tudo amoroso, bondoso. E isso aqui (um desenho), eu recebi de uma criança que pintou para mim, me deu de presente. É o recomeço", conta a dona de casa Fabiana de Oliveira. Escolas servem de abrigo para centenas de pessoas que perderam as casas em Juiz de Fora (MG) Jornal Nacional/ Reprodução LEIA TAMBÉM Vizinhos lamentam a morte de amigos e parentes em desastre causado pela chuva em Juiz de Fora: 'Esquecer de jeito nenhum' Tragédia em MG: linha do tempo mostra como temporal avançou e deixou mortos e desaparecidos em Juiz de Fora e Ubá ANTES e DEPOIS: como ficaram os locais atingidos pelo temporal que deixou dezenas de mortos em MG Imagem de drone mostra bairro Industrial debaixo d'água em Juiz de Fora; moradores ficaram ilhados
Escolas servem de abrigo para centenas de pessoas que perderam as casas em Juiz de Fora (MG)
Guia Modelo Escrito em 26/02/2026
Escolas servem de abrigo para centenas de pessoas que perderam as casas em Juiz de Fora, em Minas Gerais. Ao longo desta quarta-feira (25), César Tralli conversou com pessoas que tiveram que deixar suas casas após os temporais. Veja depoimentos: "É uma mistura. É uma emoção a gente poder abrir a escola para poder recebê-los e uma tristeza ao mesmo tempo, porque a gente está abrindo em um momento muito difícil. Nós perdemos dois irmãos - um de 6 e outro de 7 anos. A mãe também faleceu. E uma aluna de 5 anos", conta Delba Piemonte, diretora de escola. "Eu fiquei soterrado. Eu consegui sair sozinho. Fiquei uma hora para sair do barro. Eu estava soltando a cachorra, e a cachorra morreu soterrada do meu lado", diz o pintor Tarcílio Domingues. "Foi questão de uns 20 minutos, meia hora. Eu saí de lá, desci o escadão para ir na casa da minha mãe e aí a minha casa desceu. Desceu tudo, lavando tudo. Não sobrou para a gente nada. Só a roupa do corpo. A vida é sempre um recomeço. Eu estou aqui, estou sendo muito bem acolhida. O pessoal daqui é tudo amoroso, bondoso. E isso aqui (um desenho), eu recebi de uma criança que pintou para mim, me deu de presente. É o recomeço", conta a dona de casa Fabiana de Oliveira. Escolas servem de abrigo para centenas de pessoas que perderam as casas em Juiz de Fora (MG) Jornal Nacional/ Reprodução LEIA TAMBÉM Vizinhos lamentam a morte de amigos e parentes em desastre causado pela chuva em Juiz de Fora: 'Esquecer de jeito nenhum' Tragédia em MG: linha do tempo mostra como temporal avançou e deixou mortos e desaparecidos em Juiz de Fora e Ubá ANTES e DEPOIS: como ficaram os locais atingidos pelo temporal que deixou dezenas de mortos em MG Imagem de drone mostra bairro Industrial debaixo d'água em Juiz de Fora; moradores ficaram ilhados

