Esquema estruturado de venda de emagrecedores ilegais é alvo de operação da polícia Quatro suspeitos de integrarem um grupo que usava um salão de beleza, um brechó e as redes sociais para a venda de emagrecedores ilegais foram alvo de uma operação da Polícia Civil nesta terça-feira (2) em Castro, nos Campos Gerais do Paraná. Segundo o delegado Marcondes Alves Ribeiro, o esquema ocorria de maneira estruturada, com divisão de tarefas - incluindo importação, transporte, armazenamento e venda direta aos consumidores através de redes sociais e grupos de mensagens, além dos estabelecimentos comerciais que eram utilizados como base para a logística ilícita. ✅ Siga o g1 Ponta Grossa no WhatsApp "A ação ocorreu após o setor de investigações da delegacia de Castro identificar um esquema de comercialização de diversos tipos de medicamentos para emagrecimento, o que representa um risco concreto à saúde pública devido à ausência de garantias sobre a procedência e armazenamento dos produtos", aponta. Os nomes dos alvos não foram divulgados. Dois deles foram presos em flagrante pelo crime de armazenamento de produtos medicinais para comercialização, de procedência ignorada. Saiba mais abaixo. Durante a operação, foram apreendidos aproximadamente 200 frascos de medicamentos, além de mais de 1,4 mil cigarros eletrônicos, dinheiro, registros financeiros e máquinas de cartão utilizados na atividade criminosa. "Os elementos colhidos demonstram uma atividade estruturada, com o uso de unidades móveis para entregas e grupos de aplicativos para captar clientes, inclusive oferecendo descontos por indicações", complementa Ribeiro. Ainda de acordo com o delegado, os materiais apreendidos serão submetidos à perícia e destruídos em seguida. Leia também: 'Levantei, abri a porta e já vi a onça': Veja o que diz moradora que teve quintal invadido; felino foi afastado por cães da família Três crimes: Influenciador é investigado por entregar moto para adolescentes para engajar nas redes; veja o vídeo Tragédia: Barranco desmorona e trabalhador morre soterrado em obras de aterro sanitário, no Paraná Durante a operação, foram apreendidos aproximadamente 200 frascos de medicamentos Polícia Civil O que diz a lei O artigo 273 do Código Penal define pena de 10 a 15 anos de prisão a quem "falsificar, corromper, adulterar ou alterar produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais". A lei também diz que incorre na mesma pena quem "importa, vende, expõe à venda, tem em depósito para vender ou, de qualquer forma, distribui ou entrega a consumo o produto falsificado, corrompido, adulterado ou alterado". O texto ainda define que está sujeito às penas quem pratica as ações em relação a produtos em qualquer das seguintes condições: sem registro, quando exigível, no órgão de vigilância sanitária competente; em desacordo com a fórmula constante do registro previsto no inciso anterior; sem as características de identidade e qualidade admitidas para a sua comercialização; com redução de seu valor terapêutico ou de sua atividade; de procedência ignorada; adquiridos de estabelecimento sem licença da autoridade sanitária competente. Denúncias Saiba como denunciar crimes no Paraná Denúncias sobre quaisquer situações podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 197, da Polícia Civil, ou, 181, do Disque-Denúncia. Se o crime estiver acontecendo naquele momento e/ou houver alguém em situação de perigo, a Polícia Militar deve ser acionada pelo telefone 190. Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Leia mais notícias em g1 Paraná
Grupo que usava salão de beleza, brechó e internet para venda de emagrecedores ilegais é alvo de operação da polícia, no Paraná
Guia Modelo Escrito em 02/06/2026
Esquema estruturado de venda de emagrecedores ilegais é alvo de operação da polícia Quatro suspeitos de integrarem um grupo que usava um salão de beleza, um brechó e as redes sociais para a venda de emagrecedores ilegais foram alvo de uma operação da Polícia Civil nesta terça-feira (2) em Castro, nos Campos Gerais do Paraná. Segundo o delegado Marcondes Alves Ribeiro, o esquema ocorria de maneira estruturada, com divisão de tarefas - incluindo importação, transporte, armazenamento e venda direta aos consumidores através de redes sociais e grupos de mensagens, além dos estabelecimentos comerciais que eram utilizados como base para a logística ilícita. ✅ Siga o g1 Ponta Grossa no WhatsApp "A ação ocorreu após o setor de investigações da delegacia de Castro identificar um esquema de comercialização de diversos tipos de medicamentos para emagrecimento, o que representa um risco concreto à saúde pública devido à ausência de garantias sobre a procedência e armazenamento dos produtos", aponta. Os nomes dos alvos não foram divulgados. Dois deles foram presos em flagrante pelo crime de armazenamento de produtos medicinais para comercialização, de procedência ignorada. Saiba mais abaixo. Durante a operação, foram apreendidos aproximadamente 200 frascos de medicamentos, além de mais de 1,4 mil cigarros eletrônicos, dinheiro, registros financeiros e máquinas de cartão utilizados na atividade criminosa. "Os elementos colhidos demonstram uma atividade estruturada, com o uso de unidades móveis para entregas e grupos de aplicativos para captar clientes, inclusive oferecendo descontos por indicações", complementa Ribeiro. Ainda de acordo com o delegado, os materiais apreendidos serão submetidos à perícia e destruídos em seguida. Leia também: 'Levantei, abri a porta e já vi a onça': Veja o que diz moradora que teve quintal invadido; felino foi afastado por cães da família Três crimes: Influenciador é investigado por entregar moto para adolescentes para engajar nas redes; veja o vídeo Tragédia: Barranco desmorona e trabalhador morre soterrado em obras de aterro sanitário, no Paraná Durante a operação, foram apreendidos aproximadamente 200 frascos de medicamentos Polícia Civil O que diz a lei O artigo 273 do Código Penal define pena de 10 a 15 anos de prisão a quem "falsificar, corromper, adulterar ou alterar produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais". A lei também diz que incorre na mesma pena quem "importa, vende, expõe à venda, tem em depósito para vender ou, de qualquer forma, distribui ou entrega a consumo o produto falsificado, corrompido, adulterado ou alterado". O texto ainda define que está sujeito às penas quem pratica as ações em relação a produtos em qualquer das seguintes condições: sem registro, quando exigível, no órgão de vigilância sanitária competente; em desacordo com a fórmula constante do registro previsto no inciso anterior; sem as características de identidade e qualidade admitidas para a sua comercialização; com redução de seu valor terapêutico ou de sua atividade; de procedência ignorada; adquiridos de estabelecimento sem licença da autoridade sanitária competente. Denúncias Saiba como denunciar crimes no Paraná Denúncias sobre quaisquer situações podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 197, da Polícia Civil, ou, 181, do Disque-Denúncia. Se o crime estiver acontecendo naquele momento e/ou houver alguém em situação de perigo, a Polícia Militar deve ser acionada pelo telefone 190. Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Leia mais notícias em g1 Paraná

